Comece o dia deixando Bergen para trás rumo ao café na vila de Dale, depois fique sob o spray da cachoeira Tvindefossen antes de mergulhar na vida viking em Njardarheimr. Navegue pelo silêncio íngreme do Nærøyfjorden e suba até picos entre as nuvens no trem Flåm — tudo com ingressos e guia onde importa. Prepare-se para momentos que ficam na memória muito depois de voltar à cidade.
O passeio vai da manhã (horário varia conforme a estação) até a noite, com retorno a Bergen por volta das 18h17 ou 21h15, dependendo da data.
O almoço não está incluído, mas você terá tempo livre em Gudvangen para comprar comida; há opções locais na vila.
Sim, os ingressos para o trem Flåmsbana e para o cruzeiro no Nærøyfjorden já estão incluídos na sua reserva.
O guia acompanha até a Vila Viking; depois, você explora por conta própria no cruzeiro e no trem, com todas as informações fornecidas.
Leve roupas confortáveis para mudanças de clima, lanches se quiser, câmera ou carregador de celular (há portas USB), e chiclete para aliviar a pressão nos ouvidos no trem.
Você terá cerca de 1 hora de tempo livre em Flåm (reduzido para 30 minutos a partir de novembro por causa dos horários mais cedo).
O passeio começa em Bergen e retorna lá de trem à noite.
O roteiro é adequado para todos os níveis de preparo físico; há opções de transporte público próximas caso precise.
Seu dia inclui transporte em minibus com ar-condicionado e portas USB para carregar, ingressos para a Vila Viking Njardarheimr, todas as taxas, trecho guiado por cachoeiras e vilas até Gudvangen, além dos ingressos reservados para o cruzeiro no Nærøyfjorden e o trem panorâmico Flåmsbana de volta a Bergen — com bastante tempo para pausas para café ou almoço como preferir.
Não esperava me sentir tão pequeno ao lado da cachoeira Tvindefossen. Nossa guia, Sigrid, contou uma lenda local sobre os poderes “juvenis” da queda d’água — ela piscou quando eu ri, mas, sinceramente, o spray no meu rosto realmente me deixou mais leve. O ar cheirava a pedra molhada e agulhas de pinheiro. Acabávamos de sair da vila de Dale depois do café (o pão de canela ainda estava quentinho), e a viagem rumo a Gudvangen parecia um mergulho entre mundos — montanhas apertando, estradas se enroscando. Eu não parava de pensar como tudo é diferente de casa, onde tudo é plano e barulhento.
Chegar na Vila Viking em Njardarheimr foi quase surreal. Tinha gente vestida de viking, mas nada daquele jeito turístico — uma mulher me mostrou como gravar runas na madeira e falou da história da família dela ali. O pão que dividiram era denso e defumado; acho que comi demais, mas e daí? O almoço em Gudvangen foi simples, mas gostoso — uma sopa de peixe que parecia o próprio sabor do mar. Depois disso, tivemos um tempo para explorar antes de embarcar no cruzeiro pelo Nærøyfjorden. O fiorde é mais estreito do que eu imaginava, com penhascos que sobem quase na vertical e cachoeiras que parecem suspensas no ar. Ficou silencioso no convés, só um menino rindo toda vez que uma gaivota passava perto. Isso ficou na minha memória.
A última parte — o trem Flåm — foi quase meditativa. Você sai do nível do mar e sobe até manchas de neve e túneis cavados na rocha. Meus ouvidos estouraram mais de uma vez (leve chiclete). As janelas do trem são enormes; fiquei só olhando as nuvens passando lá embaixo por um tempo. A troca de trem em Myrdal foi rápida — só tem uma plataforma, então não tem erro, mesmo cansado ou distraído com a paisagem, como eu estava. Quando chegamos em Bergen por volta das nove da noite, a cidade parecia barulhenta demais; eu só conseguia pensar naqueles momentos silenciosos no fiorde.
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