Você vai caminhar pelas ruas vibrantes de Granada com um guia local, navegar entre as ilhotas do Lago Cocibolca, admirar a Lagoa Apoyo do mirante em Catarina e ficar na borda fumegante da cratera do Vulcão Masaya. Um passeio de dia que traz toda a cor e calor da Nicarágua — com transfer incluso para facilitar sua experiência.
Esse passeio de dia cobre Granada, ilhotas do Lago Cocibolca, mirante de Catarina, mercado de artesanato e Vulcão Masaya — espere um dia completo.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel ou aeroporto em Managua está incluso na sua reserva.
Navegue entre 365 ilhotas, passe pela Ilha dos Macacos e pelo Forte de São Paulo, com vistas do vulcão Mombacho pelo caminho.
Se estiver aberta no dia, você pode pagar US$1 para subir até os sinos e ter uma vista panorâmica da cidade.
O passeio inclui as entradas para o Mirante de Catarina e o Forte de São Paulo; outras atrações são gratuitas ou opcionais.
O almoço não está incluso, mas há paradas onde você pode comprar comida — como um restaurante acima do porto em Granada.
Leve uma jaqueta leve (pode ventar), água, protetor solar — e talvez algo para tampar o nariz se for sensível ao cheiro de enxofre.
O passeio é adequado para a maioria das pessoas, mas não é recomendado para quem tem problemas cardiovasculares, devido a caminhadas e escadas.
Seu dia inclui transporte privado em veículo com ar-condicionado, transfer do hotel ou aeroporto em Managua, entradas para Mirante de Catarina e Forte de São Paulo inclusas, além de tempo para explorar mercados ou almoçar antes do retorno confortável ao pôr do sol.
Saímos para a praça principal de Granada bem no despertar da cidade — os vendedores já chamando em espanhol suave, alguém fritando banana-da-terra por perto. Nossa guia, Rosario, nos chamou para a catedral e lembro do sol batendo forte nas paredes amarelas, quase me cegando. Ela falou que, se quiséssemos, dava para subir até os sinos por um dólar. Hesitei (escadas não são meu forte antes do café), mas, sinceramente? Aquela vista dos telhados de cerâmica e dos vulcões ao fundo ainda aparece na minha cabeça de vez em quando.
Depois de passear pelo mercado de artesanato (tentei pechinchar por uma rede — sem sucesso), seguimos para o Lago Cocibolca. O passeio de barco foi mais tranquilo do que eu esperava; pelicanos cortando a água, crianças acenando das ilhotas. Rosario apontou a Ilha dos Macacos e juro que um deles me encarou como se soubesse algo que eu não sabia. O capitão colocou uma música nicaraguense — daquelas antigas que faz até o mais tímido bater o pé. Passamos pelo Forte de São Paulo e ela contou histórias de piratas que atacaram Granada há séculos. Coisas que ficam na memória.
O almoço era opcional num lugar acima do porto — janelas abertas, brisa fresca do lago, peixe frito para quem quisesse (eu quis). Depois seguimos para Catarina, no famoso mirante. Não é só uma vista; é como se você flutuasse sobre a Lagoa Apoyo, com o vulcão Mombacho ao fundo, todo azul e verde, numa paz estranha. Tinha crianças vendendo flores e cavalos passando — um contraste entre movimento e tranquilidade.
A última parada foi o Vulcão Masaya. O ar tinha um cheiro leve de fósforo quando chegamos — enxofre, explicou Rosario. Em pé na borda da cratera, com o vento soprando forte, dava para ver a lava vermelha brilhando lá embaixo, mesmo de dia. O pessoal ficou em silêncio ali. Eu não esperava me sentir tão pequeno e tão desperto ao mesmo tempo.

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