Entre num mundo mais tranquilo a poucos minutos do caos de Thamel — yoga diária num jardim no terraço, massagens ayurvédicas feitas por médicos locais, refeições vegetarianas frescas compartilhadas com novos amigos e noites embaladas pelos sons da cidade, não pelas telas. Aqui você encontra momentos de calma que vão ficar com você muito depois de sair do Nepal.
Sim, é para todos os níveis físicos e iniciantes são muito bem-vindos.
Fica a apenas 2 minutos a pé do centro turístico de Thamel, em Kathmandu.
Sim, são servidas refeições vegetarianas e veganas diárias (café, almoço e jantar).
Você fica três noites em quartos com ar-condicionado e chuveiro quente e frio.
Sim, há uma consulta com o médico ayurvédico logo na chegada.
Sim, são três massagens ayurvédicas completas e banhos de vapor com ervas durante a estadia.
Não há traslado específico, mas o local é fácil de acessar e tem transporte público perto.
Sim, o local é acessível para cadeirantes e tem elevador.
Sua estadia inclui três noites perto de Thamel com ar-condicionado e Wi-Fi; aulas diárias de yoga num jardim no terraço; três massagens ayurvédicas completas e banhos de vapor com ervas; café, almoço e jantar vegetarianos ou veganos; consulta inicial com médico ayurvédico que personaliza os tratamentos; acesso ao spa com sauna; além de sessões de meditação em grupo — tudo a poucos passos das principais ruas de mercado de Kathmandu.
Quase perdi a entrada — fica escondida numa ruazinha perto da agitação de Thamel, onde as scooters buzinam e o aroma de incenso sai das lojas. Minha alça da bolsa quebrou assim que cheguei (clássico), mas a mulher na recepção só sorriu e me ofereceu um chá antes mesmo de eu procurar a chave do quarto. O cheiro de ervas no saguão era surpreendentemente relaxante, como se alguém tivesse fervendo raízes o dia todo. Não esperava encontrar o médico ayurvédico logo de cara, mas ele se sentou comigo e perguntou sobre coisas que ninguém pergunta nas férias — sono, digestão, humor. Explicou o tal do Vatha-Pitha-Kapha de um jeito tão simples que eu até entendi (mais ou menos).
A primeira aula de yoga foi num jardim no terraço — dava para ouvir Kathmandu acordando lá embaixo enquanto eu tentava me equilibrar numa perna só. Nossa professora, Sita, corrigiu minha postura com um toque suave no ombro e sorriu quando eu quase caí. Ela falou algo sobre “encontrar leveza”, que parecia meio clichê até eu perceber, no meio do pranayama, que minha mandíbula não estava mais travada. O almoço era todo vegetariano — dal, arroz, umas verduras apimentadas — e todo mundo comia junto numa mesa longa perto da janela. Sempre rola risada quando alguém tenta falar palavras nepalesas; Li foi quem mais riu quando tentei “dhyan”.
Eu nunca tinha feito uma massagem ayurvédica completa antes. O óleo era quente e tinha um leve cheiro de cravo; depois de um tempo, você para de pensar no celular, no e-mail, em qualquer coisa fora daquele quarto. O banho de vapor com ervas deixou minha pele formigando por horas — uma sensação estranhamente boa. As noites eram mais calmas do que eu estava acostumado; às vezes sentávamos no terraço depois do jantar só ouvindo os sons da cidade subindo na escuridão. Não é silêncio total, mas de algum jeito é paz.
No último dia, algo parecia diferente — mais leve, talvez? Difícil dizer se foi o yoga ou só o fato de estar longe de tudo por um tempo. Sita deu dicas para praticar em casa (“não pule a respiração!”, brincou) e nos abraçou na despedida. Até hoje penso naquela vista dos telhados de Kathmandu quando fico preso no trânsito em casa.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?