Você vai conhecer moradores nos templos sagrados, caminhar por praças reais cheias de vida, rir com seu guia e fazer uma pausa para o almoço entre artesãos em Bhaktapur. Dos rituais fumegantes em Pashupatinath aos momentos silenciosos sob o olhar de Boudhanath, este passeio de um dia em Kathmandu vai deixar você com muito mais que fotos na bagagem.
O passeio dura o dia todo, visitando os sete sítios UNESCO no Vale de Kathmandu.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel está incluso com transporte privado e ar-condicionado.
Você recebe uma caixa de almoço com água, muffin, rosquinha, banana, frutas da estação e suco; algumas opções incluem pratos locais.
Sim, as entradas para os sete sítios UNESCO estão incluídas na opção all-inclusive.
Sim, é para todos os níveis, embora haja algumas escadas em certos templos.
O tour inclui Swayambhunath (Templo dos Macacos), Praça Durbar de Kathmandu, Praça Durbar de Patan, Praça Durbar de Bhaktapur, Templo Changu Narayan, Templo Pashupatinath e Stupa de Boudhanath.
Sim, o passeio é conduzido por um guia profissional que fala inglês durante todo o dia.
Você pode escolher entre tour privado ou em grupo, conforme sua preferência.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do hotel em veículo privado, entradas para os sete sítios UNESCO (na opção all-inclusive), uma caixa de almoço com lanches e bebidas ou refeições locais, dependendo da sua reserva, além do acompanhamento de um guia local que fala inglês durante todo o passeio pelo Vale de Kathmandu, com retorno confortável no fim do dia.
Tudo começou quando Binod acenou para nós atrás de uma nuvem de incenso perto de Swayambhunath — o Templo dos Macacos. Ele me entregou uma pétala de calêndula e falou algo sobre sorte, mas eu estava mais distraído com os macacos que corriam aos nossos pés (um até tentou roubar minha garrafa de água). A subida foi mais íngreme do que eu imaginava, e precisei fazer várias pausas para recuperar o fôlego — ou talvez para observar as bandeiras de oração tremulando na névoa sobre o Vale de Kathmandu. Nosso guia explicou como budistas e hindus frequentam o lugar; se você ficar parado um tempo, consegue ouvir cantos vindo de direções diferentes. É uma paz estranha, mesmo com toda a agitação lá embaixo.
Depois seguimos por ruas estreitas até a Praça Durbar de Kathmandu. Pombos por todo lado — voando tão perto que dava para sentir o vento das asas — e crianças vendendo pequenas lamparinas de barro. O guia contou histórias de reis e terremotos (não esperava ver tantos prédios ainda em reforma), mas o que mais ficou foi ver um senhor alimentando cães de rua nos degraus do palácio. O almoço foi um piquenique em Bhaktapur: banana, muffin, suco — simples, mas sentado num banco de tijolos vermelhos vendo os oleiros moldando tigelas de barro, tudo parecia mais gostoso. O ar tinha cheiro de fumaça de lenha e chá doce vindo de algum lugar por perto.
Confesso que em Changu Narayan minhas pernas já estavam cansadas e a cabeça cheia — tem tanto detalhe por todo lado: janelas esculpidas, sinos, pessoas se curvando ou rindo em pequenos momentos de nepali. Binod riu quando tentei pronunciar “Nyatapola” em Bhaktapur (com certeza estraguei a palavra). Em Pashupatinath, vimos a fumaça subindo do outro lado do rio e senti uma calma estranha; é difícil não se emocionar vendo famílias reunidas para rituais ali, em público. O guia explicou tudo com delicadeza, sem transformar em espetáculo.
A última parada foi a Stupa de Boudhanath — a luz dourada iluminando os olhos pintados de Buda enquanto monges circulavam com rodas de oração girando. O cheiro de lâmpadas de manteiga e incenso fica grudado na roupa depois. Ficamos ali um tempo, quase sem falar. Ainda penso naquela vista às vezes — como tudo é tão movimentado e, ao mesmo tempo, tão tranquilo.
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