Desembarque do seu cruzeiro direto no lado selvagem da Namíbia — flamingos na Lagoa de Walvis Bay, passeio 4x4 nas dunas de Sandwich Harbour e almoço picnic com bebidas geladas no ar do deserto. Com um guia local para cada curva (e umas piadas no caminho), você vai se sentir animado e, ao mesmo tempo, em casa.
Sim, o transporte está incluso e sai direto do local onde seu cruzeiro atraca no porto de Walvis Bay.
A excursão dura cerca de quatro horas no total.
Inclui um almoço picnic leve, com água, refrigerante, cerveja e espumante.
Você pode avistar flamingos, pelicanos na lagoa, além de springbok, oryx e avestruz perto do Delta do Rio Kuiseb.
O tour é adequado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para quem tem lesões na coluna.
Se o clima cancelar o passeio, será oferecida uma nova data ou reembolso total.
Os passeios não são privados; outros visitantes podem participar além do seu grupo.
Seu dia inclui transporte do porto de Walvis Bay logo após o desembarque do cruzeiro; todo o trajeto em 4x4 com um guia local experiente; entradas permitidas; várias bebidas geladas como água, refrigerante, cerveja e espumante; além de um almoço picnic leve servido nas dunas do deserto antes do retorno ao porto.
A primeira coisa que percebi ao sair no porto de Walvis Bay foi o ar salgado — intenso, quase metálico. Nosso guia, Joseph, acenou com um sorriso largo e, de algum jeito, já sabia o nome de todo mundo da lista. Entramos no 4x4 e, antes mesmo de terminar meu café, já estávamos passando pela lagoa. Tinha flamingo para todo lado — juro que eram mais do que eu esperava — e o Joseph apontou um pelicano que andava como se fosse o dono do pedaço. As salinas tinham um tom meio rosa com a luz da manhã, parecia coisa de filme, e alguém do grupo perguntou se dava pra comer (não dá, pelo visto).
Seguir para Sandwich Harbour foi como entrar em outro mundo. A areia ficou mais macia sob os pneus e dava pra ouvir o barulho dela quando parávamos para fotos. O Atlântico estava ali do lado — tão perto que dava pra sentir o gosto da brisa do mar se você colocasse a cabeça para fora. Em um momento, o Joseph falou algo tipo “se a maré deixar”, e eu ri porque ele parecia tão sério, mas depois confessou que às vezes eles têm que improvisar quando o mar resolve ficar bravo. Subimos aquelas dunas gigantes — segurei firme mais de uma vez — e ficamos no topo por um tempo, o vento batendo forte e todo mundo em silêncio. É difícil explicar essa sensação.
O almoço foi simples, mas perfeito: bebidas geladas, sanduíches, frutas. Sentados numa toalha, com areia nos sapatos e aquele deserto infinito atrás, a paz tomou conta. Um springbok passou correndo ao longe enquanto experimentávamos um espumante local (bolhas da Namíbia — quem diria?). No caminho de volta pelo Delta do Rio Kuiseb, o Joseph deu uma freada pra gente ver oryx e avestruz — ele brincou que são “os moradores que nunca saem daqui”. Ainda penso naquela vista do topo da duna; ela aparece de repente quando você já está de volta ao navio.
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