Você vai flutuar sobre Teotihuacan ao nascer do sol num voo compartilhado de balão, seguido de um brinde com espumante e entrega de certificado. Aproveite o café dentro de uma caverna natural, experimente bebidas de maguey numa oficina artesanal, conheça um cachorro Xoloitzcuintle e explore as pirâmides antigas por conta própria — uma experiência que fica na memória.
Mal estava acordado quando chegamos em Teotihuacan — ainda estava escuro, e o ar trazia cheiro de terra molhada e café. Éramos umas vinte pessoas, andando meio sonolentas enquanto a equipe começava a encher aqueles balões enormes. Segurei minha xícara (quente demais, mas precisava) e observei as cores surgindo no céu. Nosso piloto, Luis, brincou que já sobrevoou as pirâmides mais vezes do que andou por elas a pé. Apontou para a Pirâmide do Sol, que começava a brilhar com a primeira luz — sério, lá de cima parecia coisa de outro mundo. Não esperava que fosse tão silencioso lá em cima; só o vento e aquela sensação estranha de flutuar sem destino.
A aterrissagem foi mais turbulenta do que imaginei — todo mundo riu quando escorregamos meio de lado num campo. Brindamos com espumante (não sei se é tradição ou só pra animar), e entregaram uns certificados que fizeram a gente se sentir criança de novo. Depois, pegamos as vans e fomos para La Cueva tomar café — dentro de uma caverna de verdade. As paredes eram frescas e úmidas, e o som ecoava um pouco. Até hoje lembro do cheiro das tortillas assando atrás de mim. Meus ovos tinham um gosto meio defumado; talvez fosse só o ambiente pregando peças.
Mais tarde, paramos numa casa de artesanato onde a Maribel nos mostrou como o maguey vira pulque — ela deixou a gente provar direto da planta (azedo, mas com um toque doce). Também visitamos uma oficina de obsidiana; descobri que aquelas pedras pretas brilhantes estão por toda parte aqui. Alguém trouxe um cachorro Xoloitzcuintle — sem pelos, pele quente, super tranquilo com os carinhos dos estranhos. É engraçado o que fica na memória: continuo pensando mais nos olhos calmos daquele cachorro do que em qualquer outra coisa.
Por fim, nos deixaram perto da entrada de Teotihuacan para nosso tempo livre — dali dava pra ver as duas pirâmides, com o sol já alto. As pedras estavam quentes quando tentei subir um pouco na Pirâmide do Sol (não esqueça o protetor solar). Tem algo pesado em caminhar por um lugar tão antigo que é difícil imaginar seu começo ou fim. Enfim, se você quer um passeio de um dia saindo da Cidade do México que seja ao mesmo tempo surreal e reconfortante... esse é o passeio.
O voo dura entre 40 e 60 minutos, dependendo do clima.
O transporte ida e volta da CDMX é opcional, conforme sua escolha na reserva.
Você chega em Teotihuacan por volta das 5h30 para se registrar e tomar café antes da preparação do balão.
Sim, você terá de 1 a 2 horas livres para explorar depois das atividades guiadas.
Sim, o café é servido dentro de La Cueva — um restaurante em uma caverna natural perto de Teotihuacan.
Você vai experimentar bebidas tradicionais como pulque, tequila, mezcal e outros destilados regionais na visita artesanal.
Você conhecerá um cachorro Xoloitzcuintle — uma raça asteca em risco de extinção apresentada durante a parada artesanal.
O passeio é adequado para a maioria das pessoas, mas não é recomendado para gestantes ou quem tem problemas cardiovasculares.
Seu dia inclui transporte opcional ida e volta da Cidade do México, café na chegada enquanto os balões são inflados, voo compartilhado ao nascer do sol de até uma hora com brinde de espumante e certificado ao pousar, café da manhã servido dentro de La Cueva (restaurante em caverna natural), visitas a uma cooperativa artesanal com demonstração de maguey e degustação de pulque e outras bebidas regionais — além de conhecer um cachorro Xoloitzcuintle — antes de explorar as pirâmides de Teotihuacan por conta própria e retornar.
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