Você vai sobrevoar Teotihuacan ao amanhecer em um balão, tomar café da manhã dentro de uma caverna natural e conhecer artesãos locais que mostram como esculpem obsidiana e usam maguey—com degustações incluídas. O transporte saindo da Cidade do México facilita tudo: é só chegar meio sonolento e deixar a experiência te surpreender lá no alto.
O voo dura cerca de 30 a 40 minutos, dependendo do clima.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel na Cidade do México está incluso.
O pickup acontece por volta das 4h30 no seu hotel na Cidade do México.
Não, o café dentro do restaurante La Cueva já está incluído no passeio.
Sim, você tem até duas horas livres para visitar depois das atividades; o ingresso não está incluso.
É possível contratar um guia no local, se desejar.
A rota depende do clima; a maioria dos voos passa por cima ou bem perto da zona arqueológica, mas não é garantido.
Sim, há uma degustação de diferentes licores artesanais de Teotihuacan durante a visita à cooperativa.
Seu dia inclui transporte cedo do hotel na Cidade do México, café antes da decolagem, voo de balão com certificado e brinde ao pousar, café da manhã em restaurante dentro de caverna natural perto de Teotihuacan, visita a cooperativa de artesãos com oficina de obsidiana e maguey mais degustação de bebidas locais, e transporte de volta para a CDMX—tudo organizado para você só precisar chegar na hora.
Eu ainda estava meio dormindo quando nosso motorista nos encontrou na porta do hotel na Cidade do México—confesso que pensei se valeria a pena acordar às 4h da manhã. Mas a viagem até Teotihuacan foi tranquila, só alguns faróis na estrada e risadinhas sonolentas no van. Quando chegamos ao ponto de decolagem dos balões, o ar tinha aquele frio gostoso de antes do amanhecer e alguém me ofereceu um café. Ver a equipe enchendo aqueles balões gigantes bem na nossa frente—tem um som meio que um rugido suave dos queimadores—e de repente tudo parecia real.
O voo de balão sobre Teotihuacan... não esperava que fosse tão tranquilo lá em cima. Dá pra ver a Pirâmide do Sol e da Lua ganhando forma enquanto o céu vai ficando num tom de rosa e laranja. Nosso piloto, José, apontava vilarejos e plantações lá embaixo—ele brincava sobre seus “pousos perfeitos” (acho que ele levava a sério). Depois do pouso, rolou uma pequena cerimônia com espumante. Todo mundo ganhou um certificado de voo—o meu veio com meu nome escrito errado, mas guardei do mesmo jeito.
O café da manhã foi dentro de uma caverna que virou restaurante, chamada La Cueva. É estranho descer para esse espaço fresco de pedra depois de estar no céu aberto. O cheiro das tortillas foi o primeiro a chegar; experimentei chilaquiles pela primeira vez e provavelmente fiquei com cara de quem não sabia pronunciar “mole.” A Li, nossa guia, riu e tentou me ensinar—sem sucesso. Depois visitamos uma cooperativa de artesãos onde mostraram como esculpem a obsidiana e como o maguey é usado para fazer pulque. Provamos algumas bebidas locais (uma delas tinha gosto defumado, não lembro o nome) e aprendi mais sobre a cultura de Teotihuacan do que imaginava.
Se quiser, pode explorar a zona arqueológica depois (o ingresso é à parte). Ao meio-dia, já estávamos voltando para a CDMX, cansados mas animados—talvez pela falta de sono ou por tudo que vivemos junto. Até hoje penso naquele momento silencioso flutuando sobre as pirâmides—sabe como é?
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