Comece antes do amanhecer com traslado do hotel na Cidade do México, flutue silenciosamente sobre Teotihuacan ao nascer do sol em um balão, faça um brinde com espumante após pousar e desfrute de café da manhã dentro de uma caverna natural. Explore artesanatos locais e prove bebidas tradicionais antes de caminhar entre as pirâmides antigas — ver tudo de cima e de perto é uma experiência que fica na memória.
A primeira coisa que lembro é do silêncio lá fora — não o silêncio da cidade, mas aquele estranho silêncio antes do nascer do sol, quando até os pássaros parecem esperar. Saímos da Cidade do México às 4h30 (confesso que achei que ia me arrepender), e agora estávamos na beira do campo de balões de Teotihuacan, tremendo um pouco com café nas mãos. Nosso piloto, Diego, já brincava com a equipe em espanhol — peguei só metade do que ele disse. O cheiro de gás e lona enquanto enchiam o balão parecia até fora de lugar naquele silêncio tão antigo.
A decolagem foi diferente do que eu imaginava. Não é de repente; você simplesmente... flutua. Por um segundo meu estômago deu aquela sensação de montanha-russa, mas logo só havia ar e luz. O sol nasceu atrás da Pirâmide do Sol — exatamente ali — e tudo embaixo ficou dourado e cheio de sombras. Dá pra ver outros balões flutuando perto, suas cores suaves na névoa da manhã. Diego apontou onde a Avenida dos Mortos corta Teotihuacan; disse que antigamente achavam que ela ligava este mundo a outro. Eu não falei muito lá em cima — ninguém falou.
A aterrissagem foi mais turbulenta que a decolagem (Diego chamou de “estilo mexicano”), mas todos rimos quando ele distribuiu taças pequenas para um brinde com espumante ali mesmo no campo. Tem uma tradição antiga de comemorar o primeiro voo; gostei mais do que esperava. Depois assistimos a vídeos feitos com drone, parecendo pontinhos sobre aquelas pirâmides — surreal. Em seguida, fomos para La Cueva tomar café da manhã dentro de uma caverna de verdade, o que parece turístico, mas, sinceramente? Sentar sob aquelas pedras com ovos e tortillas quentinhas na frente foi surpreendentemente aconchegante depois de tanto céu.
Mais tarde visitamos uma cooperativa de artesãos onde nos mostraram como trabalham a obsidiana à mão (tentei — não é fácil) e provei pulque pela primeira vez. É doce e meio gaseificado; Li riu quando tentei falar “maguey” em espanhol — provavelmente estraguei a palavra. Caminhar por Teotihuacan depois de voar sobre ela foi estranho; tudo parecia menor lá de cima, mas mais pesado no chão. Duas horas passaram voando antes de voltarmos para a Cidade do México, todos mais silenciosos do que antes. Ainda penso naquela vista às vezes, quando o trânsito me acorda cedo demais.
O passeio começa com o traslado por volta das 4h30 do seu hotel na Cidade do México.
Sim, há transporte opcional disponível do seu hotel ou acomodação na Cidade do México.
O voo dura cerca de 35 a 45 minutos, dependendo do vento.
Sim, o café da manhã é servido dentro de um restaurante em uma caverna 100% natural após o voo.
Sim, você pousa perto da zona arqueológica de Teotihuacan e continua a visita a partir dali.
Não, os ingressos para entrar no sítio arqueológico não estão inclusos no passeio.
Você vai provar bebidas típicas feitas de maguey, como o pulque, durante a visita aos artesãos.
Não, o passeio não é indicado para quem usa talas ou tem certas limitações de saúde.
Seu dia inclui traslado opcional do hotel na Cidade do México, pausa para café antes da decolagem, voo de balão ao nascer do sol sobre Teotihuacan com pilotos certificados (com brinde de espumante depois), fotos digitais e vídeos de drone para ver após o voo, café da manhã no restaurante La Cueva — a gruta natural — além de oficinas de artesanato com degustação de bebidas locais antes do retorno à cidade no fim da manhã.
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