Você vai remar nas famosas ondas de Puerto Escondido com todo o equipamento incluso e um guia local que se adapta ao seu nível. Aulas práticas, praias escolhidas conforme as condições do dia e filmagem opcional com GoPro. Não é sobre perfeição, é sobre sentir o mar de verdade.
A praia exata varia conforme as ondas do dia; você recebe o local antes da aula.
Sim, todo o equipamento está incluso: prancha, leash e rashguard ou lycra.
Sim, as aulas são adaptadas para todos os níveis, inclusive iniciantes.
A aula dura cerca de 2 horas.
Não há transporte incluso, mas há opções de transporte público próximas.
Sim, você pode adicionar filmagem com GoPro ou drone como opção durante a aula.
A aula não é recomendada para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardiovasculares.
Os instrutores falam espanhol e geralmente também um pouco de inglês.
Sua sessão inclui todo o equipamento necessário — prancha, leash, rashguard ou lycra — e instrução prática com um guia local que ajusta o ensino ao seu nível; você terá acesso a praias flexíveis escolhidas para as melhores ondas do dia, além da opção de filmagem com GoPro ou drone para registrar cada tombo (ou conquista).
Confesso que fiquei nervoso descendo para a areia em Puerto Escondido com a prancha debaixo do braço — parecia mais pesada do que eu imaginava, ou talvez fosse só o nervosismo. Nossa aula de surf começou na praia, onde o instrutor (Miguel, super paciente) nos ensinou como levantar na prancha. Tinha aquela brisa salgada e o som de alguém vendendo tamales atrás da gente. O cheiro de protetor solar e neoprene molhado estava no ar. O grupo era bem variado — um cara de Oaxaca nunca tinha visto o mar antes, o que me fez sentir menos estranho com meu equilíbrio meio torto.
Não sabíamos qual praia usaríamos até de manhã; Miguel explicou que escolhem o lugar conforme as ondas do dia. Faz todo sentido — você quer o ponto certo para aprender. Ele nos passou dicas de segurança na água e, sinceramente, não apressou nada. Quando finalmente remamos para o mar, ele ficava checando se estávamos confortáveis (valorizei isso mais do que esperava). A primeira vez que peguei uma onda — “peguei” é um exagero — acabei caindo de cara, mas o Miguel vibrou do mesmo jeito. Alguém filmava com uma GoPro presa na cabeça; ainda não sei se quero ver meu tombo em HD.
O sol ficou forte rapidinho e no fim meus braços estavam mole como macarrão, mas rolou um orgulho estranho de estar todo salgado e cansado junto com desconhecidos. Ríamos das tentativas uns dos outros no espanhol (o Li riu mais alto quando tentei dizer “la tabla no obedece”) e trocamos histórias de outras aventuras. Tem algo especial em aprender a surfar aqui — talvez seja essa vibe de todo mundo tranquilo em errar algumas vezes antes de acertar.
Ainda lembro daquela sensação de finalmente ficar de pé por um segundo e ver a costa passando — mesmo que logo depois você caia. Se está curioso para surfar em Puerto Escondido, não pense demais. Só tente uma vez e deixe-se ser desajeitado por um tempo.

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