Você vai provar mais de 15 pratos nos mercados vibrantes de Oaxaca, guiado por locais que te tratam como família. Risadas nos tacos do Tacos Rosy, aromas de produtos frescos e histórias por trás de cada receita. Um tour para quem quer sentir o dia a dia de Oaxaca, mesmo com espanhol básico.
O tour oferece mais de 15 degustações diferentes em vários mercados de Oaxaca.
Sim, todas as comidas e bebidas estão incluídas durante o tour pelos mercados.
Sim, você vai conhecer o Tacos Rosy — um negócio familiar com receitas tradicionais da avó da dona.
O conteúdo não especifica opções vegetarianas; é melhor consultar o operador para necessidades alimentares.
O tour não menciona transporte do hotel; há opções de transporte público próximas.
Bebês são bem-vindos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o passeio.
Sim, animais de serviço são permitidos neste tour de comida de rua em Oaxaca.
A experiência é adequada para todos os níveis de preparo físico, segundo as informações.
Seu dia inclui todas as degustações — mais de 15 pratos, além de bebidas como mezcal e chocolate — com cada parada guiada por um local que conhece os mercados como ninguém. Você visitará o Tacos Rosy para receitas de família, tudo incluído sem custos extras, e pode chegar facilmente usando transporte público próximo ou levar animais de serviço, se precisar.
“Você precisa provar esse aqui,” disse Rosy, me entregando algo embrulhado em folha de bananeira que cheirava a chocolate e fumaça de lenha. Já tinha perdido a conta do que havíamos experimentado — mole, tamales, chapulines (sim, gafanhotos, salgados e estranhamente viciantes) — mas cada mordida parecia contar uma nova história. Os mercados de Oaxaca são barulhentos, coloridos e meio caóticos, mas é aquele tipo de caos onde todo mundo se conhece. Acho que nunca vi tanta cor junta — pimentas vermelhas ao lado de ervas verdes, mulheres rindo atrás de montes de tortillas. Meu espanhol é meio capenga, mas as pessoas sorriam mesmo assim.
Paramos no Tacos Rosy, que na verdade é o negócio da família dela — ela contou que a avó ainda aparece às vezes para conferir as receitas. O taco que provei lá era bagunçado e perfeito, com um molho que fez meu nariz escorrer (no melhor sentido). A Li, do nosso grupo, tentou pedir em espanhol e todo mundo caiu na risada; quebrou o gelo para todo mundo. Teve também mezcal — defumado, forte, quase doce se você tomar devagar — e chocolate que não parecia nada com o que eu conhecia. É engraçado como você enche rápido, mas continua comendo porque não quer perder nada.
Não esperava que os mercados tivessem um cheiro tão forte de terra molhada, nem que o tempo voasse só andando entre as barracas. Nosso guia apontava detalhes — uma mulher moendo cacau na mão, crianças correndo pelos corredores — que me fizeram sentir que estava vendo Oaxaca de verdade, e não só passando por ali. No fim, nem lembrava metade dos nomes do que comemos, mas isso não importava; o que ficou foi a sensação de acolhimento. Até hoje, quando penso em Oaxaca, são esses sabores e vozes que me vêm à mente primeiro.
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