Você vai seguir histórias locais de Guadalajara até a orla do Lago de Chapala, ver o Rancho Tres Potrillos por fora, provar a culinária à beira do lago no Piedra Barrenada e passear pelas ruas coloridas de Ajijic com tempo livre para explorar. Com transporte do hotel e guia que conta histórias de verdade, você vai desacelerar e aproveitar cada momento.
Sim, o transporte do hotel ou residência particular em Guadalajara está incluso.
Não, a entrada não é garantida pois é propriedade privada; a visita é apenas externa.
O grupo para para almoçar no restaurante Piedra Barrenada, à beira do Lago de Chapala (despesa por conta do visitante).
Você terá tempo livre para explorar Ajijic ou relaxar antes de nos reunirmos novamente.
O passeio é guiado profissionalmente; os idiomas disponíveis dependem da reserva, mas espanhol está sempre garantido.
Sim, bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Você pode escolher entre Glorieta La Minerva, Expo Guadalajara ou Centro Histórico de Guadalajara para o desembarque.
Seu dia inclui transporte do hotel em Guadalajara, visitas guiadas pelo malecón do Lago de Chapala e pela vila de Ajijic com histórias locais, acesso ao restaurante Piedra Barrenada e à área externa do Rancho Tres Potrillos, além do retorno com desembarque em um dos três pontos da cidade escolhidos na reserva.
Saímos de Guadalajara logo depois do nascer do sol — ainda meio sonolentos, mas já dava para sentir aquele cheirinho doce no ar conforme nos aproximávamos do Lago de Chapala. Nossa guia, Ana, começou a contar histórias sobre Vicente Fernández antes mesmo de avistarmos os portões do Rancho Tres Potrillos. Não entramos (é uma propriedade privada, ela disse dando de ombros), mas dava para ver os cavalos da estrada, e, sinceramente, isso já bastava. Teve um momento em que uma brisa trouxe o cheiro de grama misturado com algo defumado — talvez alguém fazendo churrasco por perto? Me deu fome cedo demais.
A antiga estação de trem no estilo francês me surpreendeu. Hoje ela fica ali, quieta, com a pintura já desgastada, mas Ana contou que ainda rolam festivais lá de vez em quando. Caminhando pelo malecón à beira do Lago de Chapala, eu parava várias vezes para observar a luz mudando na água — ora prateada, ora com um tom esverdeado. Crianças alimentavam os pássaros e um senhor vendia paletas, sorrindo quando tentei falar espanhol (bem ruim, confesso). Ana falou sobre aquele ano em que trouxeram a Virgem de Zapopan para cá para pedir chuva — e parece que funcionou, porque todo dia 1º de julho ainda fazem missa de agradecimento. Essa história ficou comigo.
Almoçamos no Piedra Barrenada, bem na beira do lago — peixe assado na lenha, tortillas quentinhas que queimavam os dedos se você não tomasse cuidado. O cardápio não era sofisticado, mas tudo tinha gosto de lugar especial. Depois, em Ajijic, caminhamos pelas ruas estreitas pintadas com cores vibrantes. A cidade tem uma energia tranquila: estrangeiros conversando nas calçadas, uma mulher vendendo bordados perto de um muro azul, cachorros dormindo por todo lado (um deles roncava tão alto que não consegui evitar rir). Tivemos tempo livre para explorar ou simplesmente sentar na praça e não fazer nada.
Não esperava me sentir tão relaxado no fim do dia — um pouco queimado de sol, com os sapatos empoeirados de tanto andar pela Floresta, onde muita gente vem para se aposentar e esquecer do inverno. Na volta, olhei para as nuvens se acumulando atrás de nós sobre o Lago de Chapala e pensei como às vezes não precisamos de grandes aventuras — só de uma boa comida, ar puro do lago e algumas histórias para ficar relembrando depois.

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