Você começa cedo em Isla Holbox com café da manhã antes de sair de barco para nadar junto dos tubarões-baleia (com guia sempre por perto), depois faz snorkel nos recifes perto de Cabo Catoche vendo tartarugas e tubarões-lixa. Aproveite ceviche fresquinho numa parada tranquila na praia antes de voltar — prepare-se para voltar com a pele salgada e lembranças que ficam para sempre.
O passeio dura quase o dia todo, começando por volta das 6h30 e retornando à tarde.
Sim, os tubarões-baleia são inofensivos e se alimentam filtrando a água; os guias garantem a segurança nadando em grupos pequenos.
Café da manhã leve, equipamento de snorkel, bebidas geladas, almoço com ceviche fresco (ou guacamole/manga) e guia local.
Não, crianças menores de 6 anos não são permitidas neste passeio.
A temporada oficial começa em 15 de maio, mas pode variar conforme a chegada dos tubarões.
Se for cancelado por mau tempo, você pode escolher outra data ou receber reembolso total.
É possível avistar golfinhos, arraias, tartarugas, tubarões-lixa, lagostas e peixes de recife durante o passeio.
Seu dia começa cedo em Isla Holbox com café e pães doces antes de sair de barco com todo o equipamento de snorkel incluso. Há água gelada e refrigerantes a bordo, além de uma parada para ceviche fresquinho (ou guacamole/manga para quem não come peixe) servido direto na praia, antes do retorno à tarde.
Existe um silêncio estranho pouco antes do nascer do sol em Isla Holbox — daquele tipo que faz você ouvir o som dos seus próprios passos estalando no píer. Conheci nosso guia, Luis, fora de um pequeno escritório que cheirava a café e protetor solar. Ele entregou os equipamentos enquanto o primo dele servia um café forte e um pão doce. Eu já estava quase acordado quando caminhamos até o barco, mas, pra ser sincero, meu coração batia mais alto que o barulho das gaivotas no céu.
A viagem até o ponto parecia mais longa do que realmente foi — talvez uma hora, mais ou menos? Difícil dizer com o vento no rosto e todo mundo de olho nas nadadeiras. Luis apontou alguns golfinhos brincando na proa, e alguém viu uma arraia gigante deslizando por baixo da gente (quase perdi porque estava ajeitando a máscara). Quando finalmente diminuímos a velocidade, ele sorriu e disse “aqui estão eles”. Eu não esperava que os tubarões-baleia fossem tão… tranquilos? A boca deles é enorme, mas eles se movem como nuvens lentas debaixo d’água. Nadar ao lado de um (com o Luis sempre por perto) fez eu esquecer do mundo — só água salgada, luz do sol dançando nas manchas, e meu próprio coração batendo forte nos ouvidos.
Depois, paramos perto de Cabo Catoche para fazer snorkel sobre uns “cuevones” rochosos. Vi uma tartaruga comendo algo verde, além de alguns tubarões-lixa lá embaixo (nem um pouco assustadores). A água tinha um gosto meio doce e salgada quando engoli um pouco sem querer — clássico eu. Enquanto secávamos no convés, Luis preparou um ceviche com o peixe que tinha pescado naquela manhã. Estava azedinho e gelado, e, sinceramente, acho que acabou com o ceviche de restaurante pra mim. Comemos na praia de Santa Paula, onde alguns pelicanos nos observavam na esperança de um pedaço. O último mergulho foi preguiçoso do jeito que eu mais gosto — pele aquecida pelo sol, areia entre os dedos.
Até hoje penso naquele nado ao lado do tubarão-baleia — como me senti pequeno, mas ao mesmo tempo tão tranquilo. Se está pensando em fazer um passeio de um dia saindo de Holbox para nadar com tubarões-baleia, vai sem medo. Você vai voltar com gosto de sal na pele, cansado, talvez até queimado de sol… mas, pode acreditar, não vai se arrepender.
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