Você vai cavalgar por praias ou pelo Echo Canyon com um guia local tranquilo, assistir La Bufadora espirrar água do mar e explorar as barracas coloridas do mercado. Com transporte privado e retorno flexível, sobra tempo até para um taco, se quiser.
A duração total é de cerca de 4,5 a 5 horas, incluindo o deslocamento.
Sim, o transporte privado do seu hotel ou porto de cruzeiro em Ensenada está incluso.
Sim, todos os cavalos são tranquilos para iniciantes e há briefing de segurança com capacetes.
Você pode escolher entre um passeio relaxante pela praia ou uma trilha sombreada no cânion Las Cañadas.
Sim, a parada no gêiser La Bufadora está incluída, assim como tempo livre no mercado local.
Não, mas há uma parada opcional para tacos se solicitado com antecedência.
Sim, crianças a partir de 5 anos podem cavalgar sozinhas; menores devem ir acompanhadas de um adulto.
O limite é de 125 kg (275 lbs) por pessoa.
Seu dia inclui transporte privado do hotel ou porto de cruzeiro em Ensenada com motorista bilíngue segurando uma placa com seu nome, entrada para La Bufadora e seu mercado animado (com até duas horas de espera), escolha de passeio a cavalo pela praia ou pelo Echo Canyon — com capacete e briefing de segurança — e retorno flexível para qualquer ponto da cidade após a aventura. Se avisar antes, ainda param para pegar tacos antes de voltar.
Com as mãos firmes nas rédeas, senti o cheiro do sal antes de ver o mar. Nosso guia, Martín, sorriu ao me entregar o capacete — falou algo sobre “cavalos tranquilos” e afagou o pescoço do cavalo como se fossem velhos amigos. Começamos devagar pela praia, a areia macia sob os cascos, o ar carregado daquele cheiro de algas que só se sente perto do Pacífico. Minha amiga tentou tirar uma foto, mas o cavalo dela tinha outros planos — ficava cutucando uma grama seca. Ri tanto que quase deixei o celular cair.
A viagem saindo de Ensenada já é um retrato da vida na Baja — crianças chutando bola perto de um muro pintado, mulheres vendendo frutas no semáforo. Quando chegamos em La Bufadora, o barulho foi maior do que eu imaginava. Cada vez que o gêiser lançava uma coluna d’água, todo mundo dava um passo para trás (menos um cara que parecia querer se molhar de propósito). O som não é como um trovão, é mais como um suspiro gigante do oceano. Ali perto tem um mercado cheio de barracas com mantas coloridas e churros fritando no óleo. Comprei uma tartaruguinha de madeira para dar sorte; paguei caro, mas nem liguei.
Você pode escolher entre cavalgar pelo Echo Canyon ou pela praia — eu preferi a areia porque, pra ser sincero, fico meio nervoso com montanhas a cavalo (confesso). Mas o Martín disse que famílias adoram o caminho pelo cânion, porque é mais sombreado e tranquilo para as crianças. De qualquer jeito, a segurança é prioridade: capacete obrigatório, briefing rápido antes de montar. Ah, e se quiser tacos depois, é só pedir pro motorista. O nosso sabia exatamente onde parar para pegar tacos de peixe na brasa.
Até hoje lembro do momento em que paramos à beira da água, os cavalos quase cochilando no sol enquanto as gaivotas voavam por cima. Tem algo de muito calmo e verdadeiro nisso — sem multidões, sem pressa para voltar pro ônibus. Só a gente, nosso grupo pequeno, cabelos salgados e sapatos cheios de areia voltando devagar para a cidade.
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