Você vai explorar as águas cristalinas do Caribe em Cozumel a bordo do seu próprio mini-submarino — sem precisar de experiência em mergulho — guiado por um local por recifes silenciosos cheios de vida e cor. Depois do mergulho, relaxe no resort com acesso a chuveiros e piscina. Uma mistura perfeita de aventura única e descanso à beira-mar.
Não é necessário ter experiência ou certificação em mergulho para esse passeio.
A parte debaixo d’água dura cerca de 30 minutos por grupo.
Não inclui transporte, mas há opções de transporte público próximas; você precisará informar seu hotel ou navio para combinar os horários.
Todos os participantes devem ter pelo menos 12 anos e medir 1,2 metros (4 pés) de altura.
O passeio não é indicado para gestantes, pessoas com problemas cardíacos, pulmonares, asma, epilepsia, dependência de insulina ou que tenham passado por cirurgia recente.
Sim, você pode usar banheiros, chuveiros e a área da praia; comidas e bebidas no bar/restaurante são cobradas à parte.
Máximo de 5 pessoas por mergulho; grupos maiores entram em sessões separadas, uma após a outra.
O seu dia inclui todo o equipamento para o mergulho no mini-sub nas águas do Caribe em Cozumel, acompanhado por um guia local bilíngue, além do acesso às instalações do resort, como chuveiros, banheiros e área de praia após a aventura — só precisa levar você mesmo e talvez alguns pesos para petiscos ou bebidas no bar, caso queira ficar mais tempo curtindo o mar.
Borbulhas. Foi isso que percebi primeiro — bolhas prateadas subindo devagar pela minha máscara enquanto eu sentava na beirada do píer, com as pernas balançando sobre uma água azul inacreditável. Nosso guia, Carlos, sorriu e me entregou um capacete que parecia coisa de filme de ficção científica. “Você vai respirar normalmente”, disse ele, provavelmente percebendo meu nervosismo. O mini-sub era menor do que eu imaginava — parecia uma scooter com uma cúpula em cima. Nada intimidador, mas meu coração acelerou quando entrei.
Assim que mergulhamos, tudo mudou. O barulho do mundo sumiu; só se ouvia o zumbido do mini-sub e minha própria respiração. Peixes nadavam ao nosso redor — amarelos na maioria, mas também um flash de azul elétrico que o Carlos apontou (ele chamou de “pez ángel”, que tentei repetir e logo confundi — ele riu). Os corais pareciam quase falsos, cores vibrantes demais para serem reais. Em um momento, um baiacu curioso ficou na minha frente, parado, antes de se afastar como se tivesse algo mais importante para fazer.
Tudo durou uns 30 minutos? Difícil dizer — perdi a noção do tempo lá embaixo. Não precisa de experiência com mergulho; é só pilotar devagar e seguir os sinais do Carlos. Quando voltamos à superfície, piscando sob o sol, alguém do grupo comentou que parecia que tínhamos estado em outro planeta. Eu concordei meio que sem querer. Depois, pudemos relaxar no resort de praia — chuveiros, espreguiçadeiras na piscina, até bebidas geladas se quisesse (não inclusas). Lembro de ficar ali enrolado na toalha, cabelo ainda salgado e pele arrepiada do mergulho, vendo os pelicanos voando baixo sobre as ondas. Até hoje essa imagem me vem à cabeça.
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