Você vai andar pelas ruas animadas da Cidade do México com um guia local apaixonado por comida, provando de tudo, do taco al pastor aos churros e bebidas doces — com paradas nos principais pontos da cidade entre as mordidas. Prepare-se para risadas, histórias que você não encontra na internet e comidas escolhidas especialmente pra você (tem opção vegetariana também). Não é só comer — é se sentir parte da cidade por uma tarde.
O tour privado inclui 10 degustações diferentes de comidas e bebidas escolhidas a dedo pelo seu guia local.
Sim, há opções vegetarianas — é só avisar seu guia sobre suas preferências antes ou durante o passeio.
A experiência combina paradas para comer e visitas a pontos famosos da Cidade do México, como a Casa dos Azulejos e a Torre Latinoamericana.
Um guia local apaixonado por gastronomia acompanha seu grupo em todas as degustações e visitas aos pontos turísticos.
Sim, tanto bebidas locais quanto comidas fazem parte das 10 degustações deste tour privado.
Sim, bebês e crianças pequenas podem participar — o roteiro é acessível para carrinhos e transporte público fica perto, se precisar.
É recomendado ter um nível moderado de preparo físico, pois há caminhadas entre as paradas no centro da Cidade do México.
Seu dia inclui um guia gastronômico exclusivo para seu grupo, dez degustações selecionadas de pratos e bebidas tradicionais mexicanas (com opções vegetarianas se precisar), além de histórias sobre cada parada enquanto você explora pontos como a Casa dos Azulejos — todas as degustações já inclusas para você sair satisfeito e feliz.
A primeira coisa que lembro: o cheiro de milho assado subindo no ar enquanto a gente se espremia perto de um vendedor de sucos, ali perto da Casa dos Azulejos. Nossa guia, Carmen, acenou com um sorriso e me entregou algo embrulhado em papel — milho na espiga, mas coberto com um molho cremoso e pimenta em pó. Acabei me sujando todo (e provavelmente o rosto também), mas, sinceramente, isso faz parte da diversão. A cidade estava viva — buzinas, música vindo de algum lugar atrás da gente, gente rindo de uma piada que perdi.
Fomos de uma barraca de comida para outra — primeiro o taco al pastor, bem ao lado do Banco do México (a carne girando no espeto parecia hipnotizante), depois aquelas mini quesadillas recheadas com flor de abóbora. A Carmen nos ensinou a comer sem perder metade do recheio. Ela contou a receita da salsa verde da avó dela. Tentei falar “quesadilla de flor de calabaza” direito e ela só riu — pelo jeito meu sotaque é impossível. Teve momentos em que parei de mastigar só pra ouvir as histórias dela sobre crescer aqui; isso não está nos guias turísticos.
Não esperava ficar tão cheio depois de só algumas paradas, mas de algum jeito sempre sobrava espaço pra mais uma mordida — um suco doce de tamarindo aqui, churros crocantes ali. A Torre Latinoamericana apareceu imponente em certo momento, mas, pra ser sincero, eu estava mais curioso pra ver o que a Carmen tiraria da bolsa em seguida (era amaranto cristalizado). Ela perguntou sobre opções vegetarianas pro meu amigo sem deixar a situação desconfortável. No final, não sabia se era a comida ou a companhia que me deixava tão aquecido enquanto voltávamos por aquelas ruas movimentadas. Ainda lembro daquela primeira mordida bagunçada do elote, sabe?

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