Você vai participar de um grupo pequeno em uma casa real na Cidade do México, aprendendo oito receitas tradicionais lado a lado com uma anfitriã local. Prepare-se para risadas com tortillas feitas à mão, bebidas sem limite e histórias que você não encontra em nenhum livro de receita. No final, vai compartilhar uma refeição completa e levar para casa habilidades que realmente vai usar.
Você vai fazer oito receitas mexicanas diferentes durante a aula.
Sim, bebidas ilimitadas estão incluídas — com opções alcoólicas e não alcoólicas.
A aula acontece dentro de uma casa mexicana real na Cidade do México.
É totalmente prática; você vai cozinhar cada prato junto com a anfitriã.
Sim — basta avisar sobre alergias ou intolerâncias com antecedência.
Sim, você recebe um livro digital de receitas e um guia gastronômico da Cidade do México.
Não há busca no hotel, mas o local é acessível por transporte público.
Sem problema — todas as bebidas podem ser feitas na versão sem álcool para você.
Sua tarde inclui todos os ingredientes, utensílios, avental para usar (não precisa levar nada), orientação passo a passo da sua anfitriã bilíngue local, bebidas ilimitadas durante toda a aula (com opções sem álcool), fotos espontâneas feitas durante a experiência, além de receitas digitais e um guia gastronômico para você reproduzir tudo em casa depois de compartilhar uma refeição completa com o grupo.
“Aqui, não medimos — a gente sente,” disse Mariana, nossa anfitriã, enquanto me entregava um abacate bem maduro com um sorriso. Mal tinha entrado no apartamento dela na Cidade do México e o ar já estava cheio do cheiro de masa fritando com limão. Éramos só seis ao redor da mesa pequena, mangas arregaçadas, tentando não deixar a cebola cair no chão (eu não consegui). A margarita de mezcal subiu rápido à cabeça — e eu não reclamei. Nossa guia conduzia tudo no ritmo certo, sem pressa; parava para contar por que a avó dela sempre colocava canela no arroz doce ou como reconhecer um bom queso fresco pela forma como ele se esfarela na mão.
Não esperava que a cozinha ficasse tão animada tão rápido — todo mundo rindo para ver quem fazia o sope mais redondo. Tentei falar “esquites” igual a Mariana e ela caiu na risada (eu definitivamente estraguei a pronúncia). O guacamole ficou mais fresco do que qualquer que eu já fiz em casa, talvez porque moemos tudo na mão. Em um momento, o alarme do celular avisou que o camote en tacha estava pronto, mas ninguém se mexeu; estávamos ocupados demais passando outra rodada de água de Jamaica. Lá fora a cidade pulsava, mas ali dentro parecia que o tempo desacelerava.
Quando finalmente sentamos para comer — pratos cheios de quesadillas fritas e tostadas — eu já tinha esquecido metade dos passos, mas lembrava de cada história. Ver as mãos de todo mundo cobertas de masa fez parecer menos uma aula e mais um jantar em família. Saí com as receitas (e um sorriso meio bobo de leve) e percebi que provavelmente nunca vou fazer salsa igual a essa, mas tudo bem. A lembrança já vale muito.

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