Você vai entrar em Chichen Itza antes da maioria, ouvindo histórias da guia com espaço para respirar e absorver tudo. Passeie pelas ruas coloridas de Valladolid, experimente petiscos locais e depois refresque-se nadando nas águas cristalinas de um cenote antes de almoçar junto — um dia leve, relaxante e cheio de experiências.
Sim, o transporte do hotel está incluso, exceto para algumas opções de ponto de encontro.
Há uma taxa local de 31 USD por pessoa; está incluída apenas na opção Deluxe.
Sim, o almoço buffet inclui opções vegetarianas.
O guia particular acompanha grupos de até 20 pessoas.
É obrigatório usar colete salva-vidas durante o banho no cenote para garantir a segurança (aluguel do colete não incluso).
O tour inclui visita a Chichen Itza pela manhã cedo, depois tempo em Valladolid e, por fim, o banho no cenote antes do almoço.
Sim, o transporte ida e volta de Cancun ou dos pontos de encontro selecionados está incluso.
Seu dia inclui transporte ida e volta de Cancun ou pontos de encontro, visita guiada antecipada a Chichen Itza com atenção personalizada de um guia bilíngue, entrada em Valladolid para explorar suas ruas coloridas, acesso para nadar em um cenote natural (uso de colete obrigatório, não incluso) e almoço buffet com opções vegetarianas antes de voltar satisfeito — de várias formas.
Eu não fazia ideia do quanto precisava daquele silêncio — estar em frente a Chichen Itza antes da chegada das multidões foi especial. O ar ainda estava fresquinho, e nossa guia, Ana, tinha um jeito de fazer aquelas pedras antigas parecerem vivas. Ela apontou detalhes nas esculturas que eu jamais teria notado (as cabeças das serpentes quase pareciam que iam se mexer se eu piscasse). A entrada antecipada? Valeu muito a pena. Quando saímos, o sol já estava forte e os ônibus começavam a chegar — me senti sortudo por ter aproveitado aquela hora de paz.
Depois seguimos para Valladolid. Já tinha visto fotos, mas caminhar por aquelas ruas coloridas é outra história — as cores são mais suaves do que no Instagram. Perto da praça principal, um vendedor oferecia manga fresca no palito; comprei só pelo cheiro doce que vinha dali. Ana explicou por que Valladolid é chamada de “Pueblo Mágico” e contou uma história sobre a avó dela que cresceu ali. Ela riu quando tentei pronunciar “cenote” direito (ainda não consigo).
O banho no cenote foi, na real, minha parte favorita — mesmo eu não sendo muito bom nadador. A água parecia fria no começo, mas depois ficou perfeita depois de tanto sol. É obrigatório usar colete salva-vidas (não incluso), o que me deixou meio bobo, mas também seguro para flutuar e olhar as raízes penduradas entrando na luz. O almoço depois do mergulho estava mais gostoso do que o normal — acho que a fome ajuda. Tinha opção vegetariana também, o que me surpreendeu.

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