Você vai caminhar pelas ruínas maias de Chichen Itza com um guia local, nadar em um cenote verde, provar pratos típicos e tequila no almoço, além de explorar as animadas ruas de Valladolid. Prepare-se para momentos de encanto, risadas e um olhar tranquilo sobre a vida no Yucatán.
O tour é um dia inteiro, incluindo o trajeto saindo de Cancun ou Playa del Carmen, visitas a Chichen Itza, banho no cenote, almoço com degustação de tequila e tempo em Valladolid.
Sim, o transporte ida e volta está incluso, com busca em hotéis de Cancun, Playa Mujeres, Puerto Morelos, Playa del Carmen ou Puerto Aventuras.
Sim, há uma taxa obrigatória de 41 USD por pessoa para entrar em Chichen Itza, a menos que tenha comprado a opção All Inclusive; o pagamento é feito somente com cartão.
Leve roupa de banho e uma toalha se pretende nadar no cenote durante o passeio saindo de Cancun ou Playa del Carmen.
O almoço buffet tradicional mexicano está incluído, exceto na opção padrão; confira os detalhes da sua reserva para confirmar.
Um guia profissional acompanha o tour em Chichen Itza no idioma escolhido; durante o transporte, as explicações são dadas em dois idiomas.
Sim, cidadãos mexicanos (incluindo crianças, estudantes e professores) têm direito a desconto mediante apresentação de documento oficial válido no dia do passeio.
Seu dia inclui transporte ida e volta com opção de busca no hotel ou ponto de encontro, conforme sua escolha. Você terá tours guiados em Chichen Itza no idioma preferido, acesso para nadar em um cenote sagrado cercado por formações rochosas, além de tempo para explorar as ruas coloniais de Valladolid. O almoço é servido em buffet (exceto na opção padrão), com degustação de tequila antes do retorno, cansado mas feliz.
A primeira coisa que percebi foi o silêncio — parecia que todo mundo em Chichen Itza estava segurando a respiração. Nossa guia, Sofia, nos chamou para perto da Pirâmide de Kukulcán bem na hora em que o sol iluminou os degraus. Ela contou sobre a sombra da serpente que aparece só duas vezes por ano (tentei imaginar, mas não consegui). A pedra estava quente quando encostei para tirar uma foto. Crianças corriam por ali, vendedores locais ofereciam apitos de jaguar que faziam um som estranho, meio rosnado. Comprei um para meu sobrinho — acho que minha irmã vai ficar maluca com ele.
Depois de passear pela quadra de jogo de bola (Sofia brincou que os times que perdiam não tinham segunda chance — meio pesado, mas fascinante), seguimos para o cenote. O ar mudou na hora: mais fresco, úmido, quase doce por causa das plantas penduradas. Fiquei com um pé atrás no começo — a água era tão cristalina que parecia até falsa — mas acabei pulando. O choque do frio, depois a sensação de flutuar sob aquela luz verde. Algumas pessoas só molhavam os pés na borda; eu mergulhei de verdade e até hoje lembro da paz que senti ali embaixo.
O almoço foi um buffet com várias comidas que eu nem sabia o nome, mas provei tudo (a cochinita pibil ganhou meu coração). Teve também uma degustação de tequila; o anfitrião sorriu quando viu minha cara no primeiro gole (“muy fuerte”, ele disse, rindo). Depois chegamos em Valladolid. A praça central tinha prédios em tons pastel e velhinhos jogando dominó sob as árvores. Andamos pelas ruas laterais — alguém apontou uma padaria onde o cheiro de pão fresco se misturava com o dos carros. Não era bem o que eu esperava de uma “Cidade Mágica”, mas de algum jeito era perfeito.

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