Você vai rastejar, escalar, descer de rapel e pular nas piscinas da Gruta El Chorreadero, perto de San Cristóbal de las Casas, guiado por um local que te leva a rios e cachoeiras subterrâneas. Prepare-se para momentos de pura aventura — do silêncio impressionante nas cavernas escondidas às risadas depois do primeiro salto — com lanches para recarregar as energias.
A atividade começa às 8h em San Cristóbal de las Casas; a duração varia, mas espere passar a maior parte do dia.
Não, só são oferecidos lanches durante o tour na caverna.
Sim, é recomendável saber nadar por causa dos saltos nas piscinas dentro da caverna.
O tour parte de San Cristóbal de las Casas em direção ao centro turístico El Chorreadero.
É necessário ter preparo físico moderado; não é recomendado para quem tem lesões ou problemas cardíacos.
Sim, você fará rapel nas paredes de pedra e saltos nas piscinas naturais dentro da caverna.
Não é recomendado para gestantes devido à intensidade física do passeio.
O dia inclui transporte de San Cristóbal de las Casas até a Gruta El Chorreadero, todo o equipamento necessário para canyoning fornecido pelo guia, além de lanches dentro da caverna antes do retorno.
Mãos na pedra fria, água pingando lá de cima — foi assim que tudo começou para mim na Gruta El Chorreadero. Nosso guia, Jesús, já sorria enquanto distribuía capacetes e equipamentos. Eu ouvia a cachoeira lá fora, mas dentro da caverna só havia aquele silêncio ecoante, só nossos passos e o som da água correndo. Eu não parava de pensar: será que vou mesmo descer de rapel num rio subterrâneo? E sim, desci. E meu coração sentiu cada segundo.
Subimos por um túnel estreito (levei uma batida no joelho — nada grave), seguindo a lanterna do Jesús até chegarmos numa grande câmara onde o riacho despenca em piscinas naturais. O ar tinha um cheiro fresco e terroso, como calcário molhado. Em um momento, ficamos todos parados em silêncio, sem falar nada. Você não espera que o silêncio embaixo da terra seja tão intenso e gostoso. Aí veio a parte divertida: rapel nas paredes lisas e saltos direto nas piscinas profundas — hesitei no primeiro salto, mas a galera me animou (acho que até gritei algo meio bobo).
Fizemos uma pausa para um lanche dentro da caverna — nada sofisticado, só frutas e barrinhas — mas, depois de tanta adrenalina, parecia um banquete. Jesús contou histórias de pessoas que exploraram partes ainda mais profundas do El Chorreadero; ele falava de um jeito que parecia selvagem e ao mesmo tempo totalmente normal. Quando voltamos para a luz do dia, meus braços estavam cansados e os sapatos cheios de areia, mas eu não conseguia parar de sorrir. Aquele primeiro raio de sol lá fora parecia mais quente do que eu lembrava.
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