Junte-se a um grupo pequeno em Port Louis para um tour de comida de rua com guia local — prove dholl puri fresquinho, doces chineses em Chinatown e frutas frescas dos vendedores do mercado. Risadas, sabores novos e um mergulho na história rica de Maurício, com histórias que você vai querer contar em casa.
O passeio dura entre 2,5 e 3 horas.
Sim, o almoço está incluído, junto com água mineral e todas as degustações.
O grupo é limitado a no máximo 6 pessoas por tour.
Sim, o tour é conduzido por um guia local experiente e multilíngue.
Você vai experimentar comidas típicas de rua de Maurício, como dholl puri, doces chineses, frutas frescas e sucos.
Sim, crianças podem participar acompanhadas por um adulto; bebês devem ficar no colo do responsável.
A caminhada é de aproximadamente 4 quilômetros pelas ruas de Port Louis.
Informe suas restrições no momento da reserva para que possamos adaptar o tour.
Seu dia inclui todas as degustações ao longo do caminho — como dholl puri e doces chineses — um almoço completo com água mineral, além da companhia de um guia local multilíngue que compartilha histórias enquanto vocês exploram a pé os bairros de Port Louis.
Começamos a caminhar pelas vielas de Port Louis bem no despertar da cidade — dava para ouvir o barulho das portas se abrindo e sentir o cheiro de massa frita no ar. Nosso guia, Rajiv, nos chamou para uma barraca onde pediu dholl puri para todo mundo (ele insistiu que provássemos com bastante chutney — “picante faz bem para a alma”, sorriu). Acho que nunca tinha experimentado nada igual: quentinho, macio, meio bagunçado. As mãos do vendedor se mexiam tão rápido que quase não consegui acompanhar. Fiquei ali mastigando, ouvindo as conversas ao redor e pensando: é assim que Maurício tem gosto.
Depois, entramos em Chinatown — confesso que não esperava tanta cor e aroma num espaço tão pequeno. Rajiv apontou para a vitrine de uma padaria cheia de mooncakes e bolinhos de gergelim. Ele contou que a avó dele fazia doces parecidos para as festas. Li riu quando tentei dizer “ni hao” (com certeza falei errado), mas me ofereceu um pedaço mesmo assim. O açúcar grudou nos meus dedos por um bom tempo. É curioso como a comida faz estranhos parecerem tão próximos.
Os vendedores de frutas anunciavam os preços em crioulo e francês enquanto passávamos pelas hortas do mercado. Alguém me deu uma fatia de abacaxi com sal e pimenta — doce e picante ao mesmo tempo, me despertou depois de tanta comida pesada. Paramos sob umas árvores enquanto Rajiv explicava por que Port Louis tem tantas camadas — templos hindus ao lado de prédios coloniais e lojas chinesas. Ele parecia orgulhoso, mas também meio nostálgico. De vez em quando, o som dos sinos da mesquita se misturava ao barulho do trânsito. Não dá para ver tudo em três horas, mas são flashes que ficam na memória por muito tempo.
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