Você vai mergulhar na Blue Bay, perto de Mahebourg, aprendendo a respirar debaixo d’água com um guia local ao seu lado. Comece nas águas calmas da lagoa antes de partir para um mergulho no mar — sem precisar de experiência. Prepare-se para risadas, um pouco de nervosismo e aquela calma estranha que só o fundo do mar traz.
Não, essa atividade é feita para quem nunca mergulhou.
A atividade é na Blue Bay, perto de Mahebourg, em Maurício.
O mergulho no mar dura cerca de 45 minutos após o treinamento inicial.
Sim, todo o equipamento de mergulho e snorkel está incluído.
Sim, um guia local acompanha você durante o treino e o mergulho no mar.
Sim, o transfer saindo da região de Mahebourg está incluso no passeio.
O tour é acessível para cadeirantes e indicado para a maioria dos níveis de condicionamento; assentos infantis especiais estão disponíveis.
Não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardiovasculares.
Seu dia inclui transfer de Mahebourg, todo o equipamento de mergulho e snorkel fornecido no local, acompanhamento completo de um instrutor local durante a prática na lagoa e o mergulho no mar, além de todas as taxas para você só se preocupar em respirar debaixo d’água pela primeira vez.
Tem um momento curioso quando você afunda pela primeira vez na água da Blue Bay — seus ouvidos estalam e, de repente, o mundo fica silencioso, só ouvindo suas próprias bolhas. Eu nunca tinha mergulhado antes, então meu coração acelerava enquanto caminhávamos para a lagoa com nosso guia, Raj. Ele sorriu e disse: “Fica tranquilo, logo você esquece da superfície.” O traje de neoprene parecia apertado (talvez até demais), mas, na real, foi confortável depois que me acostumei. O ar salgado misturado com protetor solar e um cheiro floral que eu não consegui identificar — talvez de alguma bolsa por perto.
Começamos na parte rasa da lagoa, só flutuando e aprendendo a respirar pelo regulador. Raj ficava dando sinal de joinha debaixo d’água — acho que percebeu meu nervosismo porque ficou bem perto. A água estava quente na pele, mas mais fria conforme fomos descendo. Quando finalmente partimos para o mergulho no mar (uns 45 minutos, embora tenha parecido mais e menos tempo ao mesmo tempo), tudo desacelerou. Peixes coloridos passavam rápido em tons de amarelo e azul; um pequenininho me encarou antes de sumir entre os corais. Tentei acenar para ele — nem sei por quê — e acabei rindo pelo bocal do regulador.
Não esperava sentir tanta paz ali embaixo, nem reparar em detalhes como o jeito que a luz do sol dança na areia ou o som ecoando da minha própria respiração na cabeça. Depois, já na praia para o debriefing, Raj perguntou se alguém queria chá (eu quis). Meu cabelo estava todo bagunçado e ainda sentia como se estivesse balançando, mesmo fora d’água. Voltamos para Mahebourg com toalhas molhadas e sorrisos cansados. Tem algo naquele primeiro suspiro debaixo d’água que fica marcado — até hoje me pego pensando nisso quando estou preso no trânsito ou lavando roupa.
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