Você vai explorar o sudoeste selvagem da Maurício com guia particular—caminhando nas bordas vulcânicas do Trou aux Cerfs, sentindo o incenso no templo Grand Bassin, provando curry local na vila de Chamarel e passeando de jipe pela antiga Ebony Forest. Momentos de silêncio quebrados pelo canto dos pássaros ou risadas no almoço—um dia que fica na memória muito depois de voltar para casa.
O passeio dura cerca de 8 horas, incluindo todas as paradas.
Sim, um almoço mauriciano de 3 pratos está incluso, com opções vegetarianas disponíveis.
Sim, a Terra das Sete Cores faz parte do roteiro.
Sim, a entrada para a Reserva Natural Ebony Forest está incluída na sua reserva.
Sim, buscamos e deixamos em qualquer hotel ou acomodação da ilha.
O passeio é indicado para todas as idades; cadeirinhas para bebês podem ser solicitadas.
Use calçados antiderrapantes e roupas confortáveis para caminhar em terrenos irregulares.
Seu dia inclui transporte do hotel em qualquer lugar da Maurício, todas as entradas (incluindo Ebony Forest e Terra das Sete Cores), safári guiado de jipe pelas trilhas da floresta antiga, água mineral na chegada, além de um almoço tradicional mauriciano de 3 pratos—com opções vegetarianas e halal—antes de voltar com conforto em veículo privado à noite.
Saímos de Curepipe logo após o nascer do sol, com as janelas abertas porque o ar parecia diferente—mais fresco, quase com cheiro de musgo. Nosso motorista, Rajesh, apontou a borda do Trou aux Cerfs antes mesmo de eu enxergar. A beirada da cratera era macia sob os pés e as árvores ao redor estavam cheias de canto de pássaros (e um aroma picante que não consegui identificar). Tentei imaginar o vulcão despertando depois de 700 mil anos—Rajesh só sorriu e disse para não me preocupar.
Paramos por alguns minutos no Mare Aux Vacoas. Não é nada extravagante, mas tinha algo de tranquilo na água que se estendia atrás daqueles pinheiros antigos. Depois seguimos para Grand Bassin—Ganga Talao—onde o incenso flutuava sobre o lago e mulheres vestidas com saris coloridos deixavam oferendas nos degraus do templo. A estátua de Shiva é enorme de perto; dá uma sensação de estar sendo observado, mas de um jeito acolhedor. Perguntei se podíamos ficar um pouco mais e nosso guia não nos apressou.
Entre Alexandra Falls e o Parque Nacional Black River Gorges, a estrada começou a ficar mais sinuosa. Descemos em um mirante—o vento bagunçava meu cabelo—e olhamos para aquela imensidão verde que parecia não ter fim. Tinha macacos nas árvores (um tentou roubar meu lanche). O almoço foi mais tarde na vila de Chamarel: arroz, curry de frango, salada fresca—o chef explicou cada prato e riu quando confundi “dholl puri” com “farata.”
A Terra das Sete Cores parecia coisa de outro mundo—como se alguém tivesse derramado tinta nas dunas de areia—mas é tudo natural. A cachoeira de Chamarel era mais barulhenta do que eu esperava; dá para sentir o spray se ficar perto. O ponto alto para mim foi o passeio de jipe aberto pela Ebony Forest, com galhos roçando enquanto nosso guia local mostrava pássaros raros (consegui ver só de relance). No mirante Maconde, a luz do fim da tarde deixou tudo dourado. Ainda penso naquele caminho de volta—silêncio, só o som dos pneus na estrada antiga.
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