Você vai explorar a floresta tropical da Martinica com um guia local, provar rum fresquinho na destilaria Depaz perto do vulcão Mont Pelée, caminhar pelas ruínas de Saint-Pierre e terminar com um mergulho numa praia de areia preta. Prepare-se para histórias reais, lanches pelo caminho e momentos que ficam para sempre.
O passeio é de dia inteiro, com várias paradas: trilhas na floresta, ruínas de Saint-Pierre, visita e degustação na destilaria Depaz, e tempo para curtir a praia de areia preta.
Sim, o passeio inclui transporte em veículo com ar-condicionado para sua comodidade.
Sim, as taxas de entrada para o jardim botânico estão inclusas no valor do passeio.
Bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos; assentos especiais para bebês também estão disponíveis se necessário.
Não há almoço formal, mas oferecemos lanches e sucos de frutas locais durante o dia.
Sim, há tempo reservado para banho ou descanso na praia de areia preta no final do passeio.
O guia fala vários idiomas, incluindo inglês e francês.
Recomenda-se um nível moderado de preparo físico devido às trilhas e terrenos irregulares em alguns pontos.
Seu dia inclui transporte em veículo com ar-condicionado e Sebastiano como guia local; entradas para atrações como o jardim botânico; suco de frutas frescas e água; além de lanches durante o percurso, retornando após o banho na praia de areia preta.
“Você já provou rum direto de uma destilaria do século XVII?” Foi o que Sebastiano perguntou enquanto balançávamos pela estrada saindo de Fort-de-France. Mal terminei meu suco de frutas (ele entregou logo após nos buscar — gelado, doce, com cheiro de goiaba) e já estávamos subindo pelas colinas mais verdes que já vi. O ar na floresta era úmido e denso; dava para ouvir água por todos os lados, mesmo sem vê-la sempre. Em um momento, Sebastiano parou perto de um rio só para mostrar uma planta — já esqueci o nome — que os locais usam como remédio. Ele riu quando tentei falar em francês. Acho que estraguei a pronúncia.
Depois fomos ao jardim botânico e, para ser sincero, não esperava me interessar tanto por flores, mas... tem algo especial em vê-las com alguém que realmente conhece cada nome. O pequeno museu lá dentro tinha fotos antigas da Martinica antes da erupção — meio assustadoras. Caminhamos por uma trilha curta sob árvores tão altas que bloqueavam quase toda a luz do sol, deixando só alguns raios cortando o chão. O cheiro era de terra molhada e algo doce que não consegui identificar.
Saint-Pierre hoje é só ruínas — Sebastiano chamou de “Pequena Paris” antes de 1902, o que é difícil de imaginar, porque agora só se ouve o canto dos pássaros e o som dos nossos passos no cascalho. Ele contou a história do único sobrevivente do vulcão (essa história ficou comigo). Depois seguimos para a destilaria de rum Depaz, aos pés do Mont Pelée; dá para sentir a diferença no rum deles — mais intenso, talvez? Ou talvez fosse estar ali, cercado por plantações de cana-de-açúcar.
Terminamos o dia numa praia de areia preta, onde a água estava mais fria do que eu esperava, mas de um jeito bom. Tinha crianças brincando por perto e alguém vendendo pedaços de coco numa caixa térmica. Meus sapatos encheram de areia na hora, mas, para ser sincero, eu já nem ligava mais.
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