Você vai passear de camelo pela oásis da Palmeraie em Marrakech com um guia local que ajuda a vestir trajes tradicionais do Saara. No caminho, faça uma pausa para um chá de hortelã fresquinho sob as palmeiras e troque histórias com seus anfitriões antes de voltar ao hotel — um refúgio tranquilo da agitação da cidade que fica na memória.
O passeio de camelo dura cerca de 1 hora e 30 minutos.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso na reserva.
Não é necessário ter experiência; os guias dão instruções simples antes de começar.
Você receberá roupas tradicionais do Saara (jilbab e lenço) antes do passeio.
Sim, um chá de hortelã marroquino fresquinho é servido durante a pausa na Palmeraie.
Crianças podem participar acompanhadas por um adulto; cadeirinhas para bebês estão disponíveis mediante pedido.
A Palmeraie fica ao norte de Marrakech; o transporte do hotel até lá é feito de carro.
O passeio pode ser conduzido por guias multilíngues, incluindo falantes de inglês.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em veículo com ar-condicionado, instruções fáceis com guias locais simpáticos, uso de roupas tradicionais do Saara (jilbab e lenço), cerca de 1 hora de passeio de camelo pela oásis da Palmeraie em Marrakech, além de uma pausa para chá de hortelã marroquino antes de retornar ao seu hotel.
Já imaginou como é balançar em um camelo sob aquelas palmeiras altas nos arredores de Marrakech? Eu nunca tinha pensado nisso, até nosso motorista nos buscar no hotel e nos levar até a Palmeraie. O barulho da cidade sumiu rapidinho — de repente, só havia areia, céu e um tapete verde de palmeiras. Nosso guia, Hassan, me entregou um lenço azul (ele chamou de “cheich”, acho), e me mostrou como amarrar na cabeça. Ele disse que o azul simboliza liberdade — gostei disso. Os camelos já estavam esperando, pareciam pacientes, como se tivessem visto centenas de turistas tentando subir meio desajeitados antes.
Os primeiros minutos no camelo foram meio instáveis — você balança devagar num ritmo que, com o tempo, acaba sendo até relaxante. Hassan caminhava ao nosso lado, contando sobre a família dele e como cresceu por ali perto. Ele apontava pequenas vilas escondidas entre as palmeiras; as crianças acenavam para a gente enquanto passávamos. O ar tinha um cheiro meio empoeirado, mas doce, talvez por causa das tamareiras? Tentei tirar fotos, mas acabei rindo de mim mesmo tentando não deixar o celular cair.
No meio do passeio pela Palmeraie, paramos num cantinho sombreado onde alguém já tinha preparado copos de chá de hortelã. Estava quente e doce — quase doce demais para mim, mas perfeito depois de andar sob o sol. Sentamos em tapetes trançados e ficamos só ouvindo a brisa por um tempo. Hassan servia o chá de um jeito especial, lá de cima (ele brincava que o segredo era fazer bolhas). Tinha algo gostoso em não ter pressa, só ficar ali com estranhos que já pareciam menos estranhos.
Ainda lembro daquele balanço lento dos camelos e do silêncio entre as conversas. Se você busca uma aventura radical, talvez não seja o passeio ideal — mas se quiser uma hora longe da correria de Marrakech, só balançando sob as palmeiras... eu faria de novo com certeza.

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