Em poucas horas, você vai sentir o coração de Casablanca: caminhe pelas vielas antigas da medina com guia local, toque os azulejos da Mesquita Hassan II, veja os pombos voarem na Praça Mohammed V e prove doces no Bairro Habous antes do seu voo. É rápido, mas fica na memória.
O tour é pensado para conexões de pelo menos 4 horas no Aeroporto de Casablanca.
Sim, inclui transfer ida e volta do Aeroporto de Casablanca.
Você visita a Medina Antiga, Praça Mohammed V, Mesquita Hassan II, Bairro Habous, Rick's Café (externo) e Église Notre Dame de Lourdes.
O roteiro inclui visita externa; a entrada depende do horário e das orações.
O motorista pode ajustar as paradas conforme seus interesses dentro do tempo disponível.
Sim, o transporte é acessível para cadeirantes e cadeirinhas para bebês estão disponíveis mediante pedido.
Não há refeições inclusas, mas você poderá comprar petiscos e doces em paradas como o Bairro Habous e a Medina.
O trajeto dura cerca de 30 a 40 minutos, dependendo do trânsito.
Seu passeio inclui traslado de ida e volta no Aeroporto de Casablanca com um guia-motorista simpático e multilíngue; água gelada em veículo com ar-condicionado; várias paradas para fotos (ele ainda pode tirar suas fotos, se quiser); e flexibilidade para mudar as paradas se algo chamar sua atenção antes de voltar para o voo.
Será que quatro horas bastam para sentir a alma de uma cidade? Confesso que eu duvidava. Mas assim que nosso motorista nos recebeu na saída do aeroporto de Casablanca — meu nome escrito num cartaz, sorriso largo — percebi que ia dar certo. O carro estava gelado (graças ao ar-condicionado marroquino), e ele já entregou garrafinhas de água gelada antes de partirmos para a Medina Antiga. O ar lá fora estava carregado de especiarias e buzinas; dentro das muralhas, só vielas estreitas e o burburinho dos mercados. Tentei pechinchar por uma tigela de cerâmica — perdi feio, mas o vendedor só riu e me deu uma tâmara de presente.
Depois paramos na Praça Mohammed V. Pombos por toda parte, voando da fonte quando as crianças corriam. Nosso guia apontou os prédios coloniais franceses — chamou de “os ossos antigos de Casablanca” — e seguimos para a Mesquita Hassan II. Já tinha visto fotos, mas nada prepara você para vê-la surgir na névoa do Atlântico. As azulejos são geladinhos ao toque (eu testei), e o cheiro do mar fica no ar logo abaixo. Ele contou que as orações de sexta-feira lotam toda a esplanada; tentei imaginar, mas é difícil — é enorme demais.
Em algum momento, passamos pelo Rick’s Café (sim, aquele mesmo). Não entramos, só tiramos foto na porta enquanto o guia brincava sobre quantas vezes perguntam se Humphrey Bogart realmente esteve lá (“Não esteve!”). Depois fomos ao Bairro Habous: arcos, livrarias, padeiros empilhando pães dourados em torres perfeitas. Comprei um doce que não sei pronunciar (Li riu quando tentei falar em mandarim — provavelmente estraguei tudo) e comi ali mesmo, em degraus de pedra quentinhos.
O último ponto foi a Église Notre Dame de Lourdes — uma igreja com vitrais que espalham luz colorida pelo chão como tinta derramada. Silêncio dentro, só uma mulher acendendo uma vela. Depois disso, voltamos para o aeroporto pelo trânsito da tarde, eu ainda com os dedos grudados de mel do doce, vendo Casablanca passar rápido. Foi mais do que só matar tempo entre voos, sabe?
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?