Você vai explorar a Medina antiga de Casablanca entre moradores, provar petiscos fresquinhos no Mercado Central, tomar chá de hortelã no Rick’s Café e respirar o ar do Atlântico na Corniche — tudo com um motorista bilíngue cuidando do traslado e do conforto. Espere surpresas simples — uma fatia de melão aqui, uma risada ali — e momentos que ficam na memória muito depois de partir.
O passeio costuma durar algumas horas, mas pode ser ajustado conforme seu ritmo e interesse.
Sim, o motorista vai te buscar dentro do porto, perto do seu navio, para facilitar o embarque.
Você vai conhecer a Mesquita Hassan II, Medina Antiga, Mercado Central, Bairro Habous, Praça das Nações Unidas, Palácio Real (por fora), Corniche, Igreja do Sagrado Coração e Rick’s Café.
Não há almoço incluso, mas você pode provar petiscos locais nos mercados ou parar para comer na Corniche ou no Rick’s Café, se quiser.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; temos cadeirinhas especiais para eles e carrinhos são aceitos.
Sim, há WiFi disponível durante todo o tour privado em Casablanca.
Seu dia inclui traslado do porto ou hotel em Casablanca com motorista bilíngue, veículo com ar-condicionado e WiFi; água mineral durante todo o passeio; cadeirinhas para bebês se precisar; além da flexibilidade para personalizar paradas e ritmo antes de deixar você onde preferir.
“Sabe, em Casablanca, cada rua conta um filme diferente”, disse Youssef enquanto batia no volante. Eu só entendi isso de verdade depois de termos caminhado pela Medina Antiga — onde o ar cheirava a cominho e as motos passavam tão perto que eu sentia o vento no braço. Nosso guia acenou para um vendedor de frutas, que me ofereceu uma fatia de melão sem pedir nada em troca. Estava mais doce do que eu esperava. A cidade parecia viva, não só pedras antigas e histórias, mas gente de verdade vivendo ali ao seu redor.
A Mesquita Hassan II foi a próxima parada — muito maior do que qualquer foto mostra. Um vento salgado do Atlântico soprava, e nosso guia explicou que parte da mesquita fica sobre a água. Eu ficava olhando para os azulejos enquanto ele contava como milhares de artesãos os fizeram. Lembro que meus sapatos rangiam no piso de mármore (deveria ter usado outros). Depois, paramos no Rick’s Café. Não é exatamente o do filme, mas tem um charme único — Khalid, o barman, brincava que os turistas sempre perguntam pelo Sam. O chá de hortelã lá é forte; gostei, mesmo que tenha me deixado bem acordado.
Seguimos pela Corniche com música baixa no carro e as janelas abertas só o suficiente para entrar o cheiro do mar misturado com fumaça das churrasqueiras dos cafés na praia. Na Praça das Nações Unidas, Youssef apontou prédios da época do domínio francês — ele parecia orgulhoso, mas também um pouco divertido com toda aquela grandiosidade antiga. Meu lugar preferido foi o Bairro Habous: vielas estreitas cheias de livrarias e padarias, e um senhor vendendo pão de gergelim numa cesta. Minhas mãos ficaram pegajosas de mel quando experimentei um (valeu a pena). Em algum momento ali, perdemos a noção do tempo.
Acho que você nunca “vê” Casablanca de uma vez só — ela vai entrando na pele devagar. Quando chegamos ao Mercado Central, com os peixeiros gritando e pilhas de laranja por todo lado, senti que poderia ficar mais tempo só para entender o que faz essa cidade pulsar. Nosso motorista nos deixou perto do porto com uma garrafa de água gelada e um sorriso que dizia que ele já viu centenas de turistas, mas ainda gosta de mostrar sua cidade.

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