Você vai navegar pela costa de Malta com um skipper local, nadar nas águas incríveis da Blue Lagoon, talvez ver golfinhos, e saborear massa fresca no convés perto dos penhascos de Gozo. Equipamento para snorkel e stand up paddle estão incluídos para você mergulhar ou relaxar ao sol — de qualquer forma, são momentos que ficam na memória.
Sim, o uso do equipamento de snorkel está incluído durante o seu dia privado de vela por Malta e Gozo.
Massa e outras comidas estão disponíveis a bordo por um custo extra, se solicitadas com antecedência.
É possível avistar golfinhos navegando entre Malta, Comino e Gozo, mas não é garantido.
Sim, o stand up paddle está incluído durante a experiência de aluguel do iate o dia todo.
O veleiro de 52 pés acomoda grupos privados; entre em contato para detalhes sobre o tamanho do grupo.
Não há serviço de busca no hotel; opções de transporte público estão disponíveis perto da marina.
Sim, mas bebês devem ficar no colo de um adulto durante o trajeto por segurança.
O passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico, exceto para pessoas com problemas cardiovasculares graves.
Seu dia inclui uso do equipamento de snorkel para explorar as belezas subaquáticas de Malta e Gozo, combustível para todo o trajeto pelos principais pontos das ilhas, um skipper local amigável durante toda a viagem, além de acesso ao stand up paddle para você se aproximar das enseadas turquesa antes de voltar ao pôr do sol.
Gianni nos recebeu na marina com aquele sorriso fácil — daquele tipo que faz você se sentir amigo na hora. Ele me entregou um café quentinho e falou algo em maltês que não entendi, mas riu e nos acenou para subir a bordo. O barco parecia maior do que eu imaginava, todo branco, com cordas enroladas como rolinhos de canela. No ar, um cheiro de sal, protetor solar e algo herbal — talvez de alguma bolsa? Partimos antes mesmo de eu terminar o café, deslizando além das antigas muralhas de pedra de Valletta enquanto Gianni apontava para um forte onde o avô dele costumava pescar lulas à noite.
O mar estava mais calmo do que eu esperava para abril. Navegamos rumo ao norte, em direção a Gozo, com o vento aumentando na medida certa para deixar o papo às vezes em silêncio. Em certo momento, apareceram golfinhos — confesso que não acreditava que isso rolava fora de documentário, mas lá estavam, cortando a água perto de Comino. Todo mundo correu para pegar o celular, menos o Gianni, que só assobiou para eles como se fosse normal. Ele deixou a gente escolher onde parar primeiro (a Blue Lagoon ganhou fácil). A água lá é realmente cristalina — quase irreal — e gelada na medida para despertar quando você pula. O equipamento de snorkel já estava no convés; passei meia hora atrás daqueles peixinhos prateados que sumiam toda vez que minha sombra passava.
O almoço foi massa feita na hora, direto no barco (custa a mais, mas vale cada centavo), com cabelo molhado e pele aquecida pelo sol. Alguém abriu uma garrafa de vinho e dividimos em copos de plástico enquanto o barco balançava suave perto de uma enseada em Gozo. Teve um momento em que tudo ficou quieto, só o riso distante de outro barco e o barulho dos garfos nos pratos. Até hoje lembro daquela vista — penhascos atrás, o sol brilhando no spray do mar. Não é algo que você consiga capturar bem em foto.
Depois do almoço, tentamos stand up paddle (caí duas vezes; Gianni disse “bom estilo”, que acho que quer dizer “boa tentativa”). A tarde passou devagar — mais mergulhos, bronze na proa, papo sobre música maltesa com Gianni, que tocou umas músicas antigas no celular. Voltando para Malta com o céu dourado, todo mundo parecia cansado daquele jeito bom que só um dia inteiro ao ar livre dá. Não queria que acabasse ainda — mas acho que é sempre assim.
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