Você vai flutuar nas águas inacreditáveis de Comino, nadar por cavernas perto de Gozo e rir com outros viajantes enquanto o sol dança no convés. Com bastante tempo para snorkelar ou só admirar os penhascos malteses passando, esse passeio deixa seu corpo salgado e sua memória cheia de histórias.
Você tem mais de uma hora livre na Blue Lagoon para nadar ou relaxar.
Sim, o equipamento de snorkel está disponível a bordo para os passageiros usarem nas paradas.
Sim, há banheiro disponível durante todo o passeio.
Não, o ponto de encontro é em Mellieha, não há transporte do hotel.
Sim, bebês podem participar e podem ir no carrinho, mas devem ficar no colo de um adulto.
Não, o almoço não está incluído; você pode levar seus próprios lanches.
Sim, animais de serviço são permitidos a bordo.
O passeio para na Crystal Lagoon, Blue Lagoon, passa pela costa de Gozo (Gebla tal Halfa), e faz paradas para fotos nas cavernas Santa Maria e Elephant Rock.
O dia inclui todos os custos de combustível, uso de stand-up paddle e snorkel a bordo, acesso a banheiro durante o passeio, acompanhamento de um guia local que conta histórias pelo caminho—e bastante tempo livre na Crystal Lagoon e Blue Lagoon antes de voltar ao porto de Mellieha à tarde.
Jamais vou esquecer o sorriso do nosso guia, Mark, quando me entregou a máscara e disse: “Você nunca viu um azul assim.” E ele não estava exagerando. Mal havíamos saído de Mellieha quando uma brisa salgada bateu no meu rosto e alguém lá na frente começou a tocar música pelos alto-falantes Bluetooth—nada sofisticado, mas já deu o clima. O barco parecia maior do que eu esperava; pessoas conversavam em maltês e inglês, passando protetor solar e rindo sobre quem seria o primeiro a entrar na água. Gostei que ninguém parecia com pressa.
A primeira parada foi na Crystal Lagoon. Eu já sentia o cheiro da pedra calcária aquecida pelo sol antes mesmo de ancorarmos. A água parecia até irreal—tão transparente que dava para contar as pedrinhas no fundo. Mark apontou uma caverna onde, segundo ele, contrabandistas costumavam se esconder (não sei se era brincadeira). Mesmo assim, mergulhei—o choque do frio no começo, depois só a sensação de flutuar leve. Peixinhos prateados pequenos nadavam perto dos meus tornozelos. Alguém tentou stand-up paddle pela primeira vez e caiu na hora; todo mundo vibrou.
Depois fomos para a Blue Lagoon. Sim, é cheia de gente—não vou mentir—mas tem aquele momento em que você nada um pouco mais longe e tudo fica silencioso, só o som da água ao seu redor. A luz do sol refletia na areia branca de um jeito tão forte que até doía nos olhos. Vi duas crianças tentando falar “Comino” do jeito local (Ko-mee-no), o que fez o pai rir tanto que quase deixou o celular cair. Ficamos mais de uma hora por lá; na real, passou rápido porque eu não parava de achar cantinhos novos para explorar com o snorkel.
Depois seguimos pela costa de Gozo—Mark desacelerou perto de um lugar chamado Gebla tal Halfa (“a rocha promissora”, disse ele). Contou histórias de pescadores que faziam pedidos ali; talvez verdade, talvez não. O trecho final foi mais tranquilo: paradas para fotos nas cavernas Santa Maria e na Elephant Rock. A luz dentro dessas cavernas é estranhamente suave—quase azul-esverdeada—e dá para ouvir sua voz ecoando se você gritar (eu testei; ninguém julgou). Voltando para o porto, senti aquele cansaço gostoso de sol, feliz do jeito que só um dia no mar sabe deixar.
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