Você vai flutuar sobre Vilnius ou Trakai ao nascer ou pôr do sol com um piloto local experiente, vendo a cidade ou as ilhas do castelo deslizando lá embaixo. Inclui traslado do hotel e taça de champanhe no campo após o pouso. É uma experiência silenciosa, surreal e ao mesmo tempo muito conectada — você nunca mais vai olhar para aqueles telhados ou lagos da mesma forma.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel está incluído na sua reserva.
O local depende das condições do tempo; o guia escolhe entre Vilnius ou Trakai para garantir a segurança.
O passeio tem no máximo 8 pessoas por grupo.
Sim, uma taça de champanhe é servida depois do voo como parte da experiência.
Se as condições climáticas não forem seguras, você pode remarcar para outra data ou receber reembolso total.
Este passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração.
Seu passeio de manhã ou à noite inclui traslado de ida e volta do hotel em Vilnius, todos os impostos e taxas pagos pelo guia, além de uma taça de champanhe após o pouso nos campos perto de Vilnius ou Trakai — dependendo para onde o vento soprar naquele dia.
Não esperava sentir aquele frio na barriga antes mesmo de decolar. Encontramos nosso piloto, Tomas, logo fora de Vilnius — ele tinha uma calma que me fez confiar no passeio na hora. A grama ainda estava molhada da chuva da noite anterior, e o cheiro da terra se espalhava enquanto o balão começava a encher. Eu não parava de olhar para o horizonte da cidade atrás da gente, pensando: será que vamos mesmo flutuar por cima disso tudo?
Acabamos voando sobre Trakai em vez de Vilnius por causa do vento (Tomas disse que isso sempre é meio que um jogo de sorte), e, sinceramente, foi uma sorte danada. Os lagos lá embaixo pareciam pedaços de vidro azul espalhados pela paisagem, e o Castelo de Trakai, isolado na sua ilha, era impossível de tirar os olhos. O silêncio lá em cima era estranho, só quebrado de vez em quando pelo som do queimador. Em um momento, uma mulher ao meu lado sussurrou algo em lituano e apontou para um ninho de cegonha numa chaminé bem longe; acho que fiquei parecendo boba tentando enxergar aquilo.
Depois do pouso — que foi mais suave do que eu imaginava — ficamos todos parados num campo enquanto o Tomas abria uma garrafa de champanhe (dizem que é tradição). A grama roçava meus tornozelos e alguém riu quando tentei falar “ačiū” direito. Parecia que todo mundo estava ali, feliz e tranquilo, sem pressa nenhuma. Ainda penso em como tudo parecia tão pequeno lá de cima, e como agora tudo parece diferente quando caminho por Vilnius ou vejo fotos do Castelo de Trakai. É difícil explicar se você não viveu essa experiência.
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