Você sai antes do sol nascer em Amã, segue caminhos antigos pelos cânions cor de rosa de Petra com um guia local, depois desce por estradas de montanha para flutuar na calmaria salgada do Mar Morto. Inclui transporte, motorista particular, entradas, uso do resort com piscinas e toalhas, além de almoço buffet—terminando o dia cheio de histórias e sol na pele.
O tour dura cerca de 14 horas, incluindo 3 horas de Amã a Petra, 3-4 horas explorando Petra, 3 horas pela estrada Namaleh até o Mar Morto, 2-3 horas no resort e 1 hora de volta para Amã.
Sim, o transporte inclui busca em qualquer ponto de Amã ou no Aeroporto Queen Alia.
Se você tem o Jordan Pass, basta mostrar o comprovante impresso ou o código de barras no Centro de Visitantes de Petra para entrar sem comprar ingresso extra.
O resort fornece toalhas e acesso a chuveiros; leve seu maiô e, se quiser, chinelos para andar no chão salgado.
Sim, o almoço é um buffet aberto em um resort 5 estrelas no Mar Morto, com opções vegetarianas.
O motorista fala inglês; guias dentro de Petra estão disponíveis mediante pedido, mas não estão sempre incluídos.
O veículo é acessível para cadeiras de rodas; assentos para bebês estão disponíveis; a maioria dos locais é acessível para diferentes níveis de mobilidade.
Sim, o roteiro inclui paradas para fotos na caverna do Profeta Ló, mirantes panorâmicos sobre o Wadi Arabah e formações de sal perto do Mar Morto.
Seu dia inclui busca cedo em qualquer lugar de Amã ou no aeroporto, água mineral a bordo de um veículo moderno com ar-condicionado e WiFi, motorista que fala inglês e compartilha curiosidades pelas estradas do deserto e montanhas; entrada em Petra (aceita Jordan Pass); paradas para fotos na estrada Namaleh, incluindo a caverna do Profeta Ló; acesso completo a um resort 5 estrelas no Mar Morto com piscinas, praia, toalhas, chuveiros, tratamentos com lama preta, além de almoço buffet antes do retorno a Amã no fim do dia.
Já estávamos meio acordados quando nosso motorista apareceu em frente ao hotel em Amã—5h30 da manhã, aquela hora em que a cidade ainda sussurra. A estrada para o sul se estendia vazia e pálida sob o céu, e eu tentava não cochilar para não perder o primeiro vislumbre daqueles penhascos vermelhos. Nosso guia, Sami, nos manteve animados com histórias sobre os nabateus—ele até apontou como a rodovia segue antigas rotas comerciais. Foram três horas até finalmente pisarmos no cascalho da entrada de Petra, pernas duras mas com aquela energia estranha que só dá depois de uma longa viagem.
O Siq estava mais fresco do que eu esperava—sombras deslizando pelas paredes de pedra rosa que quase brilhavam em alguns pontos. Sami mostrou onde passavam antigos canais de água, passando o dedo por eles. Teve um momento em que viramos a esquina e, de repente, lá estava—o Tesouro, com o sol iluminando cada detalhe esculpido. Lembro de alguém perto soltando um suspiro (dessa vez não fui eu), e isso só me fez sorrir. Andamos além da maioria dos grupos, subindo degraus irregulares para ver o Mosteiro—minhas panturrilhas ainda lembram dessa subida—e depois sentamos por um minuto em pedras quentes comendo tâmaras do bolso do Sami. Petra é poeira e ecos, e de algum jeito parece viva mesmo quando está silenciosa.
Perto do meio-dia, voltamos para o carro, janelas abertas enquanto pegávamos a estrada Namaleh rumo ao Mar Morto. As curvas eram intensas—às vezes dava para ver lá embaixo aquela faixa azul impossível de água. Paramos para fotos num lugar onde já dava para sentir o cheiro do sal no ar; Sami riu quando perguntei se alguém se acostuma com essas vistas (ele disse que não). Uma parada rápida na caverna do Profeta Ló—confesso que não esperava muito, mas tinha algo de tranquilo ali—e seguimos passando por pequenas barracas vendendo figos e café.
Chegar ao resort no Mar Morto foi como entrar em outro mundo—de repente tudo era sol forte e risadas ecoando nas piscinas. Pegamos toalhas e passamos aquela lama preta famosa (acho que exagerei no rosto… meu parceiro tem fotos para provar). Flutuar no Mar Morto é estranho—a água te segura, queira você ou não—e me peguei só boiando, olhando para as montanhas enevoadas da Jordânia do outro lado. O almoço foi um buffet com comida demais para a gente; ainda penso naquelas tomates frescas regadas com azeite. No fim da tarde, estávamos quentes de sol e salgados, entrando de novo na van para a última viagem sonolenta até Amã. Não sei se foi tudo real ou se sonhei parte disso nas curvas do caminho de volta.

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