Você vai explorar os mosaicos antigos de Madaba, flutuar no Mar Morto, caminhar pelas trilhas empoeiradas de Petra com um guia local e se aventurar de jipe nas areias vermelhas de Wadi Rum. Com transporte privado e horários flexíveis, terá tempo para aproveitar cada momento e criar memórias que vão durar para sempre.
O trajeto de carro de Amã ou da região do Mar Morto até Petra costuma levar cerca de 3 horas.
Sim, o transporte privado inclui retirada no seu hotel ou no aeroporto.
O tour oferece um jantar beduíno opcional em Wadi Rum, dependendo do horário do seu voo; outras refeições não estão incluídas.
Sim, há WiFi disponível no veículo privado durante todo o passeio.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos e cadeirinhas especiais para crianças estão disponíveis.
Você terá tempo livre em cada local; a duração exata varia conforme seu ritmo e preferência.
Está incluído um passeio de 4 horas de jipe 4x4 dentro da área protegida de Wadi Rum.
Sim, o passeio é indicado para todos os níveis de condicionamento físico.
Seu roteiro inclui transporte privado com ar-condicionado e WiFi, retirada no hotel ou aeroporto, taxas de estacionamento em toda a Jordânia, um passeio guiado de 4 horas de jipe 4x4 em Wadi Rum (com opção de jantar beduíno, se o horário permitir), além de álcool em gel sempre à mão — o Samir, nosso motorista, nunca esqueceu.
“Vê aquela igreja? É onde está o mapa,” disse nosso motorista Samir, apontando enquanto chegávamos em Madaba. Eu ainda estava me recuperando do voo, mas entrar na Igreja de São Jorge foi surpreendentemente reconfortante — o ar tinha um leve cheiro de incenso e pedra antiga, e um grupo de mulheres locais acendia velas num silêncio quase sagrado. O mosaico do mapa estava mais desgastado do que eu imaginava, mas isso só o tornava mais real. Samir contou que as pessoas ainda vêm aqui para a missa toda semana — até apontou o primo dele sentado em um dos bancos. Subimos até a torre do sino (a escada é estreita — cuidado com a cabeça), e de repente Madaba inteira se abriu aos nossos olhos, com o sol refletindo nos telhados.
Depois fomos ao Monte Nebo — não é longe, uns 30 minutos de carro. O vento lá em cima é cortante e fresco, trazendo um aroma seco que eu não conseguia identificar direito. Nosso guia explicou como Moisés olhou daqui para a Terra Prometida; em dias claros dá para ver Jerusalém (a gente apertou os olhos, mas só viu uma névoa). Em seguida, fomos para o Mar Morto. Flutuar ali é uma experiência engraçada — você realmente boia como uma rolha, e eu acabei engolindo um pouco de água salgada sem querer (não recomendo). Famílias faziam piquenique na beira, crianças se desafiavam a ir mais fundo. O clima era relaxado, bem diferente do que eu esperava.
No dia seguinte começamos cedo — Samir apareceu com café forte e um sorriso (“Petra não espera ninguém!”). A viagem do Mar Morto até Petra levou algumas horas, mas passou rápido; cruzamos vilarejos minúsculos com cabras atravessando a estrada e paramos para um chá doce numa barraca à beira do caminho. Petra em si... todo mundo fala que é impressionante, mas caminhar pelo estreito desfiladeiro Siq e ver o Tesouro surgir na sua frente é outra coisa. Nosso guia local contou histórias dos comerciantes nabateus enquanto tentávamos recuperar o fôlego (é mais caminhada do que eu imaginava). Meus sapatos estavam cheios de poeira vermelha na hora do almoço.
Por último, Wadi Rum — quatro horas pulando dentro de um jipe 4x4 com um motorista beduíno que parecia quase não tocar o volante. O deserto fica rosa no pôr do sol; só se ouve o vento e, de vez em quando, o som de camelos resmungando por perto. O jantar foi cordeiro cozido sob a areia (tentei ajudar a desenterrar, mas só atrapalhei). Poderíamos ter voltado logo depois, mas, sinceramente, eu queria ficar mais tempo sob aquele céu estrelado. Ainda penso naquela imensidão às vezes.
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