Você vai entalhar e lixar seus próprios hashis de madeira numa oficina aconchegante em Tóquio, ao lado de um artesão que compartilha histórias e técnicas. Escolha entre vários tipos de madeira, experimente ferramentas tradicionais (mesmo se for iniciante) e saia com seus hashis personalizados, lindamente embalados — uma lembrança que ganha significado a cada uso.
A atividade dura em média de 1 a 2 horas, dependendo do tamanho e ritmo do grupo.
Não precisa ter experiência — a oficina é feita para iniciantes e viajantes.
Todos os materiais e ferramentas são fornecidos; você pode escolher entre vários tipos de madeira (três incluídos, outros premium).
Sim, você termina seus hashis personalizados durante a sessão e já pode levar para casa.
Sim, é indicada para todas as idades e níveis de habilidade — famílias são muito bem-vindas.
A oficina acontece em um bairro tradicional de artesanato de Tóquio, com fácil acesso por transporte público.
Sua sessão inclui todas as ferramentas e materiais para fazer seus próprios hashis de madeira (com três tipos de madeira inclusos), orientação de um artesão local durante todo o processo, além de levar para casa seus hashis personalizados, embalados com cuidado como lembrança ou presente.
Eu não esperava ficar nervoso para fazer hashis, mas lá estava eu, naquela oficina minúscula em Tóquio, encarando um monte de pedaços de madeira enquanto o cheiro de cedro pairava no ar. Nosso guia — o Sr. Sato — sorriu e me entregou um bloco, como se já soubesse o quanto eu me sentiria desajeitado. Ele nos mostrou como segurar a ferramenta de entalhe (não é tão fácil quanto parece) e fez uma piadinha sobre o “tremor dos iniciantes”. Tentei rir, mas, pra ser sincero, minhas mãos já estavam suando.
O som da madeira sendo raspada acaba ficando até relaxante. Criou-se um ritmo tranquilo na sala — alguém fazia uma pergunta baixinho em inglês, o Sr. Sato respondia devagar em japonês e depois mudava para o inglês com um sorriso. Ele contou o significado dos hashis no Japão — como as famílias os dão de presente para trazer sorte ou celebrar novos começos. A Li riu quando tentei falar “hashi-zukuri” em japonês — provavelmente falei errado — mas o Sr. Sato só assentiu, parecendo valorizar o esforço mesmo assim.
Escolhi nogueira para os meus (tem outras opções também) e, no fim, minhas mãos estavam cobertas de pó fino, mas a sensação era estranhamente gratificante. A luz que entrava pela janela mudava de lugar sobre a mesa, iluminando todos aqueles hashis pela metade. Quando terminamos, o Sr. Sato amarrou os meus com uma fitinha de papel estampado e eu fiquei segurando-os por um instante antes de guardar — até hoje lembro desse momento sempre que uso eles em casa.

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