Entre na cozinha da Emi em Tóquio para uma aula prática e particular — escolha seus pratos japoneses favoritos, aprenda receitas de família enquanto toma chá de cevada e sake, e depois compartilhe o que preparou na mesa dela. Espere um ambiente acolhedor, risadas, novas habilidades (mesmo que seus gyozas não fiquem perfeitos), receitas para levar e, se quiser, uma paradinha numa doceria local.
A aula é na casa ou estúdio da Emi, perto das estações Nerima ou Hikarigaoka em Tóquio.
Você pode escolher três pratos do cardápio da Emi; avise suas escolhas pelo menos 4 dias antes da aula.
Sim, há opções vegetarianas; basta avisar a Emi na reserva para ajustar o menu.
A aula particular dura cerca de 1,5 a 2 horas, incluindo o tempo para a refeição.
Sim, durante a refeição são servidos sake, chá verde e chá de cevada.
Não há serviço de busca no hotel, mas o ponto de encontro fica a uma caminhada das estações Nerima ou Hikarigaoka.
Sim, é indicada para crianças a partir de 10 anos; menores de 10 não podem participar.
Sim, a Emi compartilha as receitas para você poder refazer os pratos em casa.
Seu dia inclui uma aula prática e particular na casa ou estúdio da Emi, perto da estação Nerima — todos os ingredientes fornecidos — além de canecas de chá de cevada na chegada, sake durante a refeição, sobremesa e chá verde após comer. Receitas são entregues para você cozinhar essas delícias japonesas em casa antes de seguir viagem pela estação Nerima.
Logo que entramos no apartamento da Emi, o que me chamou atenção foi o cheiro suave de chá de cevada — um aroma quente e levemente amendoado, familiar, mas diferente. Ela nos recebeu com um sorriso enorme e já entregou as canecas antes mesmo de colocarmos as malas no chão. Tentei agradecer em japonês (o Li riu do meu sotaque), mas Emi só acenou e disse “It’s okay!” em inglês. Parecia menos uma aula e mais uma visita a uma amiga, o que me surpreendeu de um jeito muito bom.
Escolher o cardápio foi mais difícil do que imaginei — a lista de clássicos da aula particular dela é longa, com gyoza, tempura, okonomiyaki... Acabamos escolhendo karaage (quem resiste a frango frito?), um stir-fry de porco com gengibre e onigiri, porque eu sempre quis aprender a modelar eles. Emi preparou várias tigelinhas com legumes e molhos, explicando cada ingrediente enquanto cozinhávamos. Em um momento, ela me ensinou a dobrar o gyoza direito — meu primeiro ficou meio amassado, mas ela riu e disse “todo mundo começa assim”.
A cozinha se encheu do som do óleo chiando e das histórias da Emi sobre os três chefs com quem aprendeu quando começou em Tóquio. Era algo acolhedor — o barulho dos hashis, o vapor embaçando os óculos dela de vez em quando. Ela serviu sake enquanto cozinhávamos (na medida certa, só para aquele calor gostoso), e confesso que isso deixou tudo mais relaxado do que qualquer passeio ou tour que já fiz por aqui.
Sentados à mesinha dela, com todos os pratos que preparamos, ainda lembro da vista pela janela — telhados se estendendo sob o céu cinza. A comida parecia ainda melhor por termos feito juntos (ou talvez porque Emi não parava de completar nosso chá verde). Antes de irmos para a estação Nerima, ela nos convidou para passar numa doceria perto dali — da próxima vez vou aceitar. Então, se você quer uma experiência verdadeira em Tóquio — uma aula de culinária particular onde você conversa e ri com uma local — essa é a sua chance.

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