Comece o dia antes da maioria dos turistas chegar em Nara — caminhando por templos silenciosos, alimentando veados que fazem reverência no Parque de Nara e admirando as antigas lanternas do Santuário Kasuga, só com o som dos seus passos. Com um guia local e trem incluso saindo de Kyoto ou Osaka, você vai conhecer um lado de Nara que poucos veem — e vai guardar essa experiência na memória muito mais do que em fotos.
O passeio dura 4,5 horas saindo das estações de Kyoto ou Osaka, ou 3,5 horas se o ponto de encontro for a estação Kintetsu Nara.
O valor do trem de Kyoto/Osaka para Nara está incluso se você escolher essa opção; o retorno não está incluso.
Você vai andar cerca de 10.000 passos, incluindo escadas e subidas, durante o passeio.
Você vai conhecer o templo Kofuku-ji, o templo Todai-ji (com o Grande Buda), o Santuário Kasuga e passear pelo Parque de Nara.
Crianças menores de 6 anos não podem participar deste passeio.
Não há busca no hotel; os pontos de encontro são nas estações de Kyoto/Osaka ou na estação Kintetsu Nara, conforme sua reserva.
O preço inclui um guia que fala inglês e o bilhete de trem só de ida de Kyoto/Osaka para Nara, se essa opção for escolhida.
Seu dia inclui um guia em inglês que te encontra na estação de Kyoto ou Osaka (se escolhido), cobre o bilhete de trem para a estação de Nara para começar tranquilo, e te leva pelos principais pontos — templo Kofuku-ji, o Grande Buda do Todai-ji, as lanternas do Santuário Kasuga e um tempo com os veados no Parque de Nara, antes de você voltar no seu ritmo.
Nunca imaginei que estaria tão desperto ao amanhecer, mas descer do trem em Nara com o ar fresco e um pouco úmido foi uma experiência única. Nossa guia — Yuki, com seu jeito calmo e explicativo — nos chamou como se fôssemos velhos amigos. As ruas estavam quase vazias, só alguns moradores passando de bicicleta e lojistas ainda abrindo as portas. Começamos pelo templo Kofuku-ji, onde a pagoda de cinco andares parecia misteriosa sob a luz suave da manhã. Tentei tirar uma foto, mas nada capturou a sensação; às vezes é melhor só ficar ali e guardar na memória.
Quando chegamos ao Parque de Nara, os famosos veados já passeavam por ali, farejando as pessoas em busca de petiscos. Alimentá-los é uma diversão — eles realmente fazem uma espécie de reverência (ou são mestres em arrancar biscoitos dos turistas). Um deles chegou a beliscar minha manga e Yuki riu, dizendo que é sinal de sorte se eles te escolhem. Ainda com migalhas nas mãos, seguimos para o templo Todai-ji. Passar pelo enorme portão de madeira foi como entrar em outro mundo; lá dentro, o Grande Buda fica tão silencioso que todos falam em sussurros sem perceber. O cheiro leve de incenso misturado com madeira antiga era difícil de descrever, mas trazia uma paz incrível.
O Santuário Kasuga foi minha parte favorita, mesmo sem esperar. Milhares de lanternas de pedra alinhavam o caminho sob altos cedros, com musgo cobrindo tudo ao redor. Uma senhora local passou e acenou com a cabeça, carregando uma bolsinha com um sininho que tilintava suavemente enquanto ela se afastava. Tudo ali tinha uma tranquilidade que não sei explicar; talvez por ainda não ter multidão, ou simplesmente porque as manhãs em Nara têm um clima único, diferente de qualquer outro lugar que já visitei.

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