Você vai conhecer os destaques de Kyoto — os túneis de torii do Santuário Fushimi Inari, as ruas animadas de Gion e o sussurrar do bambu em Arashiyama — tudo no seu ritmo. Com um motorista que fala inglês cuidando da retirada e do trajeto, você só precisa se concentrar em sentir o aroma dos templos ou espiar as gueixas em Gion. É uma experiência tranquila, mas completa — como se alguém estivesse suavizando seu caminho para você realmente ver Kyoto.
Sim, você pode escolher 3 a 4 destinos de uma lista que inclui Santuário Fushimi Inari, Parque Arashiyama, Pavilhão Dourado, Templo Kiyomizu-dera, Templo Tenryu-ji e Gion Corner.
Não, não há guia; apenas o motorista que fala inglês acompanha você durante o trajeto escolhido.
O veículo acomoda grupos pequenos confortavelmente; entre em contato para necessidades específicas de assentos ou cadeirinhas para crianças.
Sim, a retirada está inclusa no seu hotel ou em ponto combinado dentro dos limites de Kyoto.
Sim, bebês podem usar carrinhos e assentos infantis especiais estão disponíveis; todos os veículos são acessíveis para cadeirantes.
Sim, você pode combinar locais como o Templo Kiyomizu-dera e Gion Corner durante o passeio de um dia.
Você decide quanto tempo ficar em cada lugar — o motorista espera enquanto você explora no seu ritmo.
Seu dia inclui transporte em veículo privado com motorista que fala inglês, cuidando da navegação e do tempo para até quatro locais à sua escolha em Kyoto. A retirada é feita no seu hotel ou ponto combinado, para você não se preocupar com conexões ou bilhetes — é só sair e aproveitar.
Vou ser sincero, reservei esse passeio privado de carro em Kyoto porque já estava cansado só de olhar o mapa do metrô da cidade. A ideia de pular de um lugar como o Templo Kiyomizu-dera para o Bosque de Bambu de Arashiyama sem ter que me preocupar com conexões parecia um luxo. Nosso motorista (Yoshi — ele pediu para chamá-lo assim) nos recebeu logo na porta do hotel com uma reverência delicada e um sorriso que me deixou menos envergonhado do meu “ohayou gozaimasu” meio atrapalhado. Sem guia, só o Yoshi, que de alguma forma fez o trânsito parecer parte da experiência — ele apontou uma padaria pequena na esquina onde pega seu melonpan todo dia de manhã. Queria ter tido tempo para parar lá.
A primeira parada foi o Santuário Fushimi Inari. Mesmo cedo, o ar já trazia um leve cheiro de incenso e folhas úmidas. Caminhamos sob aqueles portões torii vermelhos sem fim — meu parceiro tentou contar, mas desistiu perto do trigésimo sétimo — e o ambiente parecia tranquilo, mesmo com outros visitantes por perto. De volta ao carro, Yoshi perguntou se queríamos ajustar o roteiro, já que Gion fica mais cheio à tarde. Ele estava certo; quando finalmente chegamos ao Gion Corner, flashes coloridos das mangas de quimono e um grupo de estudantes rindo perto da ponte deram um toque especial. Não sei se é sempre assim ou se tivemos sorte.
Até hoje lembro de estar no bosque de bambu do Parque Arashiyama — a luz mudando para um verde suave lá em cima e tudo parecia abafado, exceto um corvo que grasnava lá no alto. O Pavilhão Dourado parecia irreal sob o sol da tarde; confesso que achei que fosse superestimado, mas ver seu reflexo na lagoa parada me fez ficar mais tempo do que esperava. Yoshi esperou paciente em cada parada — nunca nos apressou — e até nos ajudou a encontrar uma máquina de refrigerante com yuzu gelado quando começamos a cansar.
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