Você vai sovar massa à mão numa cozinha veneziana acolhedora perto da Praça São Marcos, guiado por um chef local que compartilha histórias e dicas da família. Prove vinhos toscanos enquanto faz ravioli e fettuccine, depois aprenda a fazer gelato de verdade do zero e curta suas criações entre risadas e novas amizades.
A aula é em uma escola de culinária no centro de Veneza, perto da Praça São Marcos.
Sim, o almoço está incluído na sessão da manhã; o jantar na sessão da tarde.
Você vai preparar ravioli e fettuccine usando ferramentas tradicionais como rolo de massa e guitarra de macarrão.
Sim, vinho toscano, água e refrigerantes são oferecidos para maiores de idade.
Sim, um livrinho de receitas em inglês está disponível mediante pedido para você reproduzir os pratos em casa.
Sim, há opções de transporte público próximas à escola de culinária.
Essa experiência não é recomendada para gestantes.
Infelizmente, não é acessível para quem tem mobilidade limitada ou usa muletas.
Seu dia inclui todos os ingredientes para preparar massa e gelato perto da Praça São Marcos, orientação de um chef local, vinho toscano durante a refeição, água e refrigerantes, além do almoço ou jantar conforme seu horário — e um livrinho de receitas opcional para levar suas novas habilidades pra casa.
A primeira coisa que percebi foi a farinha grudando nos meus dedos — ela estava por toda parte, até debaixo das unhas. Estávamos a poucos passos da Praça São Marcos, mas dentro daquela cozinha aconchegante, o barulho da cidade sumia. Nosso chef, Marco, tinha um jeito especial de enrolar o R quando falava “ravioli” que me fez sorrir. Ele nos mostrou como trabalhar a massa com as palmas das mãos (“sem apertar demais!”), e, pra ser sincero, achei que ia estragar tudo. Mas a massa de massa é generosa — ou talvez o Marco só estivesse sendo paciente.
Não esperava rir tanto com pessoas que não conhecia enquanto recheávamos ricota. Em um momento, alguém perguntou se já podíamos beber o vinho (a resposta foi sim), e logo as taças começaram a tilintar. O vinho toscano tinha um sabor terroso — nada doce como eu imaginava — e combinou de um jeito estranho, mas gostoso, com o molho de manteiga e sálvia que fizemos para o fettuccine. Marco contou histórias da cozinha da avó dele em Florença enquanto moldávamos os tortelli, e eu tentei repetir “pommarola” do jeito que ele falou. Ele sorriu do meu sotaque, mas deixou passar.
Fazer gelato foi mais fácil do que eu pensava — só leite, açúcar e paciência. O cheiro de baunilha tomou conta do ambiente enquanto esperávamos congelar. Quando finalmente provamos (ainda meio cremoso), não tinha nada a ver com aqueles gelatos de turista; era mais gelado na língua, menos doce de um jeito bom. No final, tinha um livrinho de receitas pra quem quisesse levar — peguei um, mas ainda não tive coragem de tentar em casa. Quem sabe um dia.

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