Você vai fazer massa fresca à mão numa casa típica de Varenna, guiado por uma Cesarina local que divide receitas e histórias da família. Prove suas criações — duas massas clássicas e um tiramisu cremoso — acompanhados de vinho e aperitivo italiano. Uma experiência prática, acolhedora e divertida, que deixa novas amizades e sabores para lembrar.
Sim, a aula é realizada dentro de uma casa escolhida a dedo, com uma Cesarina como anfitriã.
O grupo é pequeno, com até 12 participantes.
Você vai aprender a fazer dois tipos clássicos de massa fresca do zero.
Sim, preparar o tiramisu clássico está incluído na experiência.
Sim, a aula inclui água, vinhos, café, prosecco e petiscos do aperitivo italiano.
Sim, ao final você prova as massas e o tiramisu que fez.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local da aula.
Sim, os anfitriões disponibilizam álcool em gel e papel toalha; o distanciamento é incentivado sempre que possível.
Seu dia começa com um aperitivo italiano com prosecco e petiscos, seguido por aulas práticas de duas massas diferentes e tiramisu clássico dentro de uma casa acolhedora em Varenna. Inclui todas as bebidas (vinho, água, café) e bastante tempo para provar tudo junto à mesa antes de voltar para o centro da cidade.
Nunca imaginei que estaria sovando massa ao lado da janela da avó de alguém, mas lá estávamos em Varenna — mangas arregaçadas, farinha no ar, e nossa anfitriã (que se chamava Cesarina) rindo das minhas tagliatelle tortinhas. A cozinha tinha cheiro de raspas de limão e café, sinal de que o tiramisu estava a caminho. Eu olhava para fora, para o Lago de Como, mas, na real, o melhor espetáculo era ali dentro.
O grupo era pequeno, então não dava para esconder os erros — e isso só deixou tudo mais divertido. A Cesarina nos ensinou a abrir a massa ‘sfoglia’ na mão; ela fazia parecer fácil, depois passou o rolo para mim com um sorriso. Até hoje meus braços lembram desse esforço. Ela alternava entre italiano e inglês com um ritmo quase musical, corrigindo minha pronúncia (“Não, não — mais assim: ‘ta-lya-tell-eh!’”). Antes mesmo de começarmos a cozinhar, já tinha prosecco sendo servido, junto com petiscos salgados que sumiam rapidinho.
A melhor parte? Na hora de montar o tiramisu, ela compartilhou o segredo da família (que não posso contar aqui). Todo mundo teve vez de bater o creme — o meu acabou na minha camisa, de algum jeito. Depois, sentamos à mesa para provar as duas massas que fizemos (acho que a minha até ficou melhor só por ter sobrevivido ao processo). O vinho rolava tranquilo; alguém perguntou sobre a infância dela em Varenna e ela ficou um tempo em silêncio, sorrindo, antes de responder. Até hoje penso nesse momento — tem algo em compartilhar comida na casa de alguém que fica mais marcado do que qualquer jantar em restaurante.
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