Você vai se perder pelas ruas medievais de San Gimignano e Monteriggioni, provar três vinhos Chianti durante um almoço numa fazenda toscana e se encantar pelas ruas góticas de Siena. Ria com seu guia local, aproveite o tempo livre para gelato ou fotos e guarde para sempre momentos simples, como mergulhar cantucci no vinho doce, mesmo depois de deixar Florença para trás.
O tour tem cerca de 11 horas ida e volta saindo de Florença.
Sim, inclui almoço típico toscano com três pratos e degustação de vinhos em vinícola do Chianti.
Sim, exceto entre novembro e março, quando Monteriggioni é pulada e o retorno a Florença é mais cedo.
O tour inclui visita externa e rápida passagem interna na Catedral de Siena; a entrada completa pode não estar inclusa.
Sim, o transporte ida e volta em ônibus com ar-condicionado está incluso na reserva.
Você terá tempo livre para explorar San Gimignano e Siena por conta própria durante o passeio.
Bebês podem participar; carrinhos são permitidos e assentos infantis estão disponíveis mediante pedido.
É obrigatório levar documento original para o check-in; recomendamos calçados confortáveis para caminhar.
Seu dia inclui suporte no ponto de encontro em Florença, transporte ida e volta pelas colinas da Toscana, guia em inglês durante todo o passeio (às vezes substituído por motorista-guia em grupos pequenos), visita guiada à adega e almoço de três pratos com três vinhos Chianti numa vinícola acolhedora (com degustação de azeite extra virgem), tempo para explorar San Gimignano e Siena por conta própria — incluindo visitas rápidas a Monteriggioni (sazonal), destaques da Catedral de Siena por dentro e fora — e o clássico cantucci com vin santo antes do retorno à noite.
Não esperava me sentir tão pequeno embaixo daquelas torres em San Gimignano. Elas parecem sair direto de um conto de fadas, mas você ainda sente o cheiro da padaria na esquina e ouve adolescentes italianos gritando pela piazza. Nossa guia, Marta, nos entregou um mapa e só sorriu, dizendo para “se perder” por uma hora. Foi aqui que experimentei meu primeiro gelato de açafrão (estranhamente delicioso) e fiquei hipnotizado com a vista do vale do Val d’Elsa, onde as oliveiras brilhavam sob o sol. Até hoje essa paisagem me vem à mente.
Depois seguimos para Monteriggioni — um lugar minúsculo, para ser sincero. É daqueles que você nem percebe se piscar olhando pela janela do ônibus, mas dentro daqueles muros de pedra parece que o tempo desacelera. Tinha um cara consertando a bicicleta na entrada e duas senhoras discutindo tomates numa barraca. Ficamos pouco tempo, mas consegui tirar uma foto dos muros que parece até montagem — céu azul, colinas verdes, tudo perfeito.
A melhor parte? O almoço numa vinícola familiar em algum ponto da estrada Chiantigiana. O ar estava perfumado com alecrim e terra quando saímos do ônibus. Nos serviram três tipos de vinho Chianti (gostei mais do segundo, mas não lembro o motivo) e pratos de massa e porco assado que pareciam receita de vó. No final, mergulhamos cantucci no vin santo — Marta disse que é falta de educação não fazer isso, então mergulhamos mesmo. Ela riu quando meu biscoito caiu dentro.
Siena estava animada daquele jeito aconchegante que as cidades têm antes do jantar — moradores conversando na porta das lojas, estudantes espalhados pela Piazza del Campo em forma de concha. O Duomo parecia quase surreal com suas listras em preto e branco; entramos rapidinho para ver os mosaicos antes de nos perdermos por uma ruazinha com cheiro leve de couro e café. Comprei uma garrafinha de azeite de oliva de um senhor que jurava ser “verdadeiro”. Talvez seja — ainda não abri.
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