Você vai sovar massa na mão na cozinha de Sorrento, fritar berinjela enquanto troca papo com os locais e terminar com um tiramisu de limão caseiro — tudo regado a vinho no almoço. É uma aula prática, cheia de histórias e risadas, não só receitas. Prepare-se para farinha na roupa e talvez fazer novos amigos até a sobremesa.
Você vai preparar massa caseira, berinjela à parmegiana ou duas massas, dependendo do chef, além do tiramisu de limão com limoncello.
Sim, vinho local é servido durante a refeição após o preparo.
A experiência prática dura cerca de 3 horas, incluindo o almoço ou jantar.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis se solicitadas no momento da reserva.
Sim, tanto o transporte quanto as instalações são acessíveis para cadeirantes.
Bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê também são permitidos.
Você pode escolher começar às 10h (com almoço) ou às 15h (com jantar).
Seu dia inclui todos os ingredientes para três pratos — massa caseira, prato principal (como berinjela à parmegiana), sobremesa (tiramisu de limão) e degustação de vinho local durante a refeição. Impostos e taxas estão incluídos; opções vegetarianas disponíveis mediante pedido.
Quando a berinjela caiu na frigideira, ouvi um chiado forte — até mais alto do que eu esperava. As janelas da cozinha davam para um pequeno pátio, e dava para ouvir scooters passando lá fora, mas tudo que eu conseguia sentir era o cheiro de azeite e alho. A chef (acho que se chamava Lucia?) nos mostrou como fatiar a berinjela bem fininha, e riu das minhas habilidades desajeitadas com a faca. “Piano piano,” ela dizia — devagarzinho. Tentei repetir, mas provavelmente soei como turista perdido.
Fizemos a massa à mão — meus braços ainda doem de tanto sovar — e a Lucia explicou por que a farinha de Sorrento é diferente (algo a ver com o ar? Não entendi bem, mas dava para sentir no sabor). Amassar a massa junto com todo mundo na mesa foi uma experiência estranhamente íntima; farinha espalhada, gente comparando formatos, o celular de alguém tocando uma música napolitana. Em um momento, alguém derrubou vinho e ninguém se importou porque já tínhamos tomado um ou dois copos. A palavra que define isso para mim é “prático” — você realmente faz tudo com as próprias mãos.
O almoço foi exatamente o que preparamos: nossa massa caseira, a berinjela à parmegiana saindo do forno (com as bordas ainda borbulhando de queijo), e um tiramisu de limão que tinha gosto de verão. Tinha limoncello na receita — acho que minha cara fez todo mundo rir na primeira garfada. Sentamos para conversar sobre as tradições culinárias de Nápoles, e a Lucia contou como a avó dela fazia tiramisu nos aniversários. Parecia menos uma aula e mais um convite para passar a tarde na casa de alguém. Até hoje lembro do cheiro de limão nas minhas mãos depois de lavar tudo.
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