Você vai explorar os bairros mais animados de Roma com um guia local, provando desde a famosa pizza do Bonci até vinagre balsâmico envelhecido por 30 anos na La Tradizione. Saboreie massas feitas à mão acompanhadas de vinho Barolo à vontade e finalize com um gelato artesanal de verdade. Prepare-se para rir, descobrir sabores novos e levar lembranças que ficam para sempre.
O tour dura cerca de 4 horas.
Sim, as degustações de comida e vinho são ilimitadas durante toda a experiência.
Sim, você vai provar combinações especiais na pizzaria do Bonci em Roma.
Sim, opções veganas, vegetarianas, sem glúten e sem lactose estão disponíveis se solicitadas na reserva.
A experiência começa perto da estação Roma Termini, em Roma.
O passeio é acessível para cadeirantes e crianças podem participar com carrinhos de bebê.
Você vai degustar Prosecco Valdobbiadene Superiore DOCG, Montepulciano d’Abruzzo DOP e vinho Barolo DOCG à vontade.
O grupo é limitado a no máximo 15 pessoas.
Seu dia inclui degustações em cinco lugares adorados pelos locais — fatias de pizza do Bonci, queijos gourmet na La Tradizione, embutidos artesanais — e taças ilimitadas de vinhos italianos finos como o Barolo. Também está incluído almoço ou jantar, dependendo do horário da sua reserva, além de gelato artesanal para fechar com chave de ouro — tudo guiado por um especialista local que cuida de cada detalhe (até a água está garantida).
Começamos numa ruazinha perto da estação Roma Termini, só nós, piscando na luz do fim da tarde. Nosso guia, Marco, acenou com aquela confiança típica dos romanos — você sabe do que eu tô falando. Antes mesmo de sairmos da calçada, ele já distribuía taças de Prosecco. O primeiro gole foi gelado e marcante, e juro que senti um toque de manjericão no ar. Foi como se alguém tivesse ligado um interruptor: de repente, bateu uma fome daquelas.
A primeira parada foi La Tradizione — nada de lugar turístico, mas uma loja gourmet cheia de moradores locais discutindo sobre queijos. A família que toca o lugar parecia conhecer todo mundo pelo nome (menos a gente). Fatiaram um Parmigiano Reggiano tão envelhecido que desmanchava entre os dedos, regado com um vinagre balsâmico que estava maturando há mais tempo do que eu vivo. Tentei falar “caciotta” e errei feio; Marco só sorriu e encheu minha taça de Montepulciano d’Abruzzo. O cheiro de trufa no ar era terroso e quase doce, e tinham tantos tipos de embutidos que perdi a conta depois do quinto.
Não esperava me empolgar tanto com pizza (afinal, tem pizza em toda Roma), mas o lugar do Bonci mudou minha opinião rapidinho. A borda era macia e ao mesmo tempo levemente crocante, e o recheio trazia flores de abobrinha e fatias de batata que tinham sabor de verdade. Teve um momento em que a Li, do nosso grupo, tentou pedir uma segunda rodada em italiano; ela ficou tímida no meio do caminho e acabamos rindo alto demais pra aquele espaço tão pequeno.
Quando chegamos no Il Segreto para a massa e o vinho Barolo à vontade, parei de fingir que ia me controlar. A massa era feita à mão — dava pra sentir na textura — e na garrafa tinha um selo DOCG que o Marco fez questão de destacar (“Só coisa boa hoje à noite”, disse ele). A sobremesa foi um gelato artesanal de uma sorveteria que ainda usa aquelas bacias de metal, nada de plástico. Eu escolhi pistache, porque alguém me contou que é assim que se sabe se é de verdade.
Voltei pro hotel satisfeito, mas sem aquela sensação pesada, ainda com gosto de mel de trufa na boca. Roma parecia diferente depois de tanta comida e risadas — mais acolhedora, de algum jeito. Às vezes, me pego procurando aquele cheiro de balsâmico envelhecido quando passo por lojas de queijo aqui em casa. Nunca é a mesma coisa.

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