Você vai sentir o coração de Roma pulsando enquanto pilota sua própria Vespa, passando por pontos como o Coliseu e o Rio Tibre. Tome um café italiano de verdade no meio do passeio, ria com os locais e termine com um gelato enquanto a vida da cidade gira ao seu redor. Prepare-se para surpresas e memórias que ficam para sempre.
Sim, é necessário ter experiência prévia pilotando Vespa ou scooter por questões de segurança.
Você deve levar sua carteira de motorista física (não digital), carteira internacional se não for cidadão da UE, e um cartão de crédito.
A idade mínima para pilotar é 20 anos.
Não há serviço de busca; o ponto de encontro é no local combinado em Roma.
Você passará por lugares como Coliseu, Piazza Venezia, Castel Sant’Angelo, Pirâmide de Caio Céstio, Rio Tibre e outros.
Sim, café ou chá e gelato estão incluídos durante o passeio de Vespa.
Não; apenas viajantes com experiência prévia em Vespa ou scooter devem participar por segurança.
O passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardiovasculares; é necessário ter condicionamento físico moderado.
O seu dia inclui o uso de uma Vespa vintage (com toda a documentação necessária), paradas para café ou chá italiano durante o trajeto, além de gelato para finalizar — ou seja, prepare-se para doses de cafeína e açúcar entre as visitas ao Coliseu e ao Rio Tibre antes de voltar para o ritmo da cidade.
Já estávamos desviando do trânsito quando percebi — fazia anos que eu não pilotava uma Vespa, mas ali estava eu, com o capacete meio torto, seguindo os sinais do nosso guia local enquanto ziguezagueávamos perto do Coliseu. O ar tinha cheiro de escapamento e café expresso, e toda vez que parávamos no semáforo, eu captava pedaços das conversas romanas nas scooters ao nosso lado. Tem uma emoção estranha em ver Roma do banco de uma Vespa — você sente o calçamento sob as rodas, mas vai rápido o suficiente para parecer que a cidade é só sua.
Nosso guia (acho que se chamava Marco? Ele tinha aquele típico encolher de ombros romano) apontou para a Pirâmide de Caio Céstio — que eu nem sabia que existia em Roma. Ele riu quando meu amigo tentou pronunciar “Piramide” em italiano. Paramos perto da Piazza della Bocca della Verità para um café; o barista nos entregou xícaras minúsculas sem dizer uma palavra, só com um aceno, e juro que aquele expresso parecia ainda melhor com as mãos ainda tremendo da adrenalina do passeio. O dia foi meio planejado, meio na base da improvisação — às vezes parávamos de repente porque alguém viu algo legal perto do Rio Tibre ou queria tirar uma foto no Castel Sant’Angelo.
Eu não parava de pensar como tudo parecia diferente atrás daquele guidão. A Piazza Venezia estava lotada como sempre, mas de alguma forma menos assustadora quando você está no meio do fluxo, e não preso a pé. Teve um momento perto da estação Termini em que paramos — todos os motores em silêncio — e por um segundo parecia que o tempo desacelerou. Terminamos com um gelato (avelã para mim), capacetes apoiados nos joelhos, observando os locais discutindo futebol em italiano rapidinho. Até hoje lembro daquela vista da cidade enquanto o crepúsculo chegava.

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