Você vai caminhar por crateras antigas no Mt Etna ao pôr do sol, explorar uma caverna de lava real com capacetes e lanternas (fica frio lá dentro!), e depois provar mel e azeite sicilianos numa fazenda local antes de voltar para Catania. A luz muda rápido lá em cima — não se assuste se quiser parar só para observar essa transformação.
O passeio dura cerca de 5 horas, incluindo os traslados.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso se selecionado na hora da reserva.
Você vai provar mel siciliano e azeite de oliva extra virgem numa fazenda da região.
Sim, sapatos para trekking podem ser emprestados se você não tiver os seus.
Sim, a visita inclui capacetes e lanternas; também há assentos para bebês, se necessário.
Sim, bebês são bem-vindos; assentos ou carregadores para eles são fornecidos mediante pedido.
Sim, o guia é multilíngue para atender os visitantes.
O passeio pode ser ajustado ou cancelado por segurança, dependendo das condições climáticas.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel (se selecionado), todos os traslados de ônibus, trekking guiado pelas trilhas naturais do Mt Etna e do Parco dell’Etna, capacetes e lanternas para explorar uma caverna de lava real, além de degustação de mel siciliano e azeite extra virgem numa fazenda próxima antes de voltar a Catania à noite. Sapatos para trekking podem ser fornecidos se solicitados com antecedência.
"Você sente o cheiro da cinza antes mesmo de ver qualquer coisa", disse nosso guia Marco quando descemos do ônibus perto do início da trilha. Ele sorriu ao olhar para meus tênis — aparentemente, sapatos de cidade não eram a melhor escolha para o trekking no Mt Etna, mas eu estava teimando. O ar estava fresco para a Sicília no fim da tarde, com um toque meio cortante e terroso. Só se ouvia um zumbido leve dos insetos na grama, parecia que estávamos só nós e o vulcão. Eu não parava de pensar como estávamos tão perto de Catania, mas parecia que tínhamos chegado a outro planeta.
Começamos a caminhar por um caminho que serpenteava entre crateras antigas — a pedra preta sob os pés era mais macia do que eu imaginava. Marco apontou um tomilho selvagem crescendo entre as pedras (esfreguei um pouco entre os dedos; tinha um cheiro quase doce). Em certo momento, ele parou para distribuir capacetes e lanternas. "Hora da caverna de lava", avisou. Lá dentro estava úmido e mais frio que do lado de fora, com paredes que pareciam chocolate derretido, mas eram ásperas e secas ao toque. Minha lanterna piscou uma vez e eu entrei em pânico por meio segundo — todo mundo riu, inclusive um casal mais velho de Palermo que brincou sobre fantasmas sicilianos.
Depois, chegamos a uma pequena fazenda não muito longe da borda do Parco dell’Etna. Teve degustação de mel — denso e floral — e azeite de oliva tão verde que parecia brilhar na luz que ia sumindo. O cachorro de alguém apareceu esperando um pedaço de pão. Sentamos ao redor de uma mesa de madeira trocando histórias com o Marco (ele guia esses passeios no Mt Etna há anos) enquanto o sol se escondia atrás das encostas fumegantes. Não foi nada dramático ou barulhento — o pôr do sol foi chegando devagar, pintando tudo de dourado por um minuto ou dois. Confesso que não esperava me sentir tão em paz ali em cima.

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