Você vai explorar os campos selvagens de lava do Monte Etna de Jeep com um guia local, entrar em cavernas vulcânicas ainda quentes de erupções antigas, provar vinhos DOC Etna em vinhedos de areia preta e curtir um almoço siciliano nas alturas — sentindo de perto a força viva dessa montanha.
O passeio é um dia inteiro, incluindo transporte, caminhadas nas lava, degustação de vinhos e almoço.
Sim, o almoço com produtos típicos sicilianos é servido numa cabana a 2.000 metros de altitude.
Sim, você entra em cavernas vulcânicas formadas por erupções antigas do Monte Etna.
O passeio é para todos os níveis de preparo físico e oferece assentos para bebês; crianças são bem-vindas, mas menores de 18 não recebem álcool.
Sim, o passeio inclui traslado em veículo com ar-condicionado de locais próximos.
Você prova vinhos brancos, rosés e tintos produzidos localmente com a denominação DOC Etna.
Você sobe até 2.000 metros de altitude para o almoço.
Use calçados firmes, como botas, adequados para terreno vulcânico irregular; o clima muda rápido, então é bom levar roupas em camadas.
Seu dia inclui traslado em veículo com ar-condicionado perto de Catânia ou arredores, exploração off-road de Jeep pelos campos de lava do Monte Etna com bastões de caminhada disponíveis, entrada em cavernas vulcânicas com explicações do guia local, degustação de vinhos DOC Etna direto no vinhedo (com taças extras se sua pronúncia falhar), e um almoço siciliano tranquilo a 2.000 metros antes de descer à tarde.
Entramos no Jeep logo na saída de Catânia, ainda deixando para trás o barulho da cidade. O ar mudou rápido — cheiro de pinheiro, aquele toque de enxofre no ar e um vento frio que parecia puro. Nosso guia, Salvo, sorriu ao mostrar as nuvens de vapor saindo das pedras negras. “Ainda está vivo”, disse, batendo a bota no chão quente. Me agachei e toquei — mais quente do que eu imaginava. Tem algo estranho e acolhedor em pisar numa terra que ainda se mexe sob seus pés.
O foco aqui é o Monte Etna, mas, sinceramente, não parecia nenhuma montanha que eu já tinha visto. Escalamos antigas lava — algumas afiadas como vidro quebrado — e Salvo contou histórias de erupções que mudaram vilarejos inteiros. Em um momento, entramos numa caverna deixada por uma erupção de séculos atrás. O interior estava úmido; meus dedos ficaram sujos de cinzas e o cheiro era de pedra molhada com um toque quase metálico. Minha amiga tentou tirar foto, mas a lente embaçou na hora — o Etna não está nem aí para o Instagram.
Não esperava rir tanto numa degustação de vinhos depois de toda aquela aventura vulcânica. Mas lá estávamos, num vinhedo que parecia feito de areia preta, bebendo tintos DOC Etna enquanto um senhor chamado Giuseppe explicava como as uvas sobrevivem ali. Ele me serviu uma segunda taça quando eu tentei (e errei) falar “nerello mascalese” — só balançou a cabeça e sorriu. O almoço foi numa cabana a 2.000 metros: pão quentinho, queijo salgado, azeitonas com gosto de sol e poeira. A vista ia até o mar, se você espremer os olhos além da névoa.
Engraçado — pensei que esse passeio ao Monte Etna seria só sobre geologia ou perigo, algo grandioso assim. Mas foram as pequenas coisas: o barulho das botas no cascalho de basalto; o silêncio no Valle del Bove, só com o vento e nossa respiração; e até agora lembro o sabor daquele primeiro gole de vinho depois de caminhar pela cinza. Se você é curioso sobre vulcões, mas também quer comer bem e conhecer gente que vive com fogo sob os pés... aqui você encontra tudo isso.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?