Você vai curtir uma festa de barco em grupo pequeno no Lago de Como, com open bar (muito prosecco), paradas para nadar perto da Ilha Comacina e vistas de perto de vilas icônicas como Balbianello e Balbiano. Com uma equipe simpática cuidando de tudo — incluindo toalhas e bebidas — você vai se sentir relaxado e animado enquanto aproveita a vida no lago.
O passeio começa na vila de Argegno, no Lago de Como.
Sim, há uma parada segura para banho perto da Ilha Comacina.
O open bar oferece prosecco (garrafa), refrigerantes, água mineral e outras bebidas.
Sim, toalhas de praia estão incluídas para todos os convidados.
Você passará por Villa Balbianello, Villa Cassinella e Villa Balbiano durante o passeio.
Sempre há dois tripulantes: um guia e um assistente para ajudar os convidados.
É possível contratar um transfer pago do seu local até Argegno, se precisar.
O passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos.
Seu dia inclui transfer opcional até Argegno, refrigerantes e água mineral durante o passeio, open bar com prosecco servido pela equipe atenciosa, toalhas para as paradas de banho na Ilha Comacina, além de dois tripulantes simpáticos que vão te guiar pelas vilas icônicas do Lago de Como antes de voltar para a margem.
Claro que me atrasei. O transfer do hotel fez uma curva errada em Argegno (o motorista só deu de ombros e sorriu — pelo jeito, acontece bastante), então cheguei ao cais meio atrapalhado, com o cabelo já armado por causa do ar do lago. Mas a equipe — Elena e Marco — nem parecia se importar. Me entregaram uma toalha e uma garrafa de água gelada antes mesmo de eu me equilibrar no convés do barco. Foi como entrar num grupo de amigos que, por acaso, tinham um barco de 10 metros super bacana.
Começamos a navegar saindo de Argegno, com a música tocando, mas ainda baixinha. As vilas iam passando — Colonno, Sala Comacina — e o Marco apontava onde tinham filmado um filme com Adam Sandler (fingi que sabia qual era). O prosecco apareceu logo, em cestas cheias de gelo. Tentei falar “Comacina” direito; a Elena riu e corrigiu com jeitinho. A luz do sol brilhava na água e tinha um cheiro gostoso — parte toalha fresca, parte ervas das colinas ao redor. Não era bem o que eu esperava de uma festa de barco no Lago de Como — era mais tranquilo do que agitado.
O ponto alto mesmo foi a parada para nadar na Ilha Comacina. No começo fiquei com um pé atrás (a água parecia fria), mas todo mundo pulou e eu também entrei — e não é que é gostoso? Fiquei flutuando de costas, olhando a Villa Balbianello lá longe, com gotas escorrendo nos meus ouvidos, e tudo ficou silencioso, só o riso ecoando nas paredes de pedra perto. Depois seguimos passando por aquelas vilas famosas — Balbiano, Cassinella — aquelas que você vê em filmes ou revistas, mas nunca imagina que vai navegar pertinho com um copo de prosecco na mão.
Quando voltamos para Argegno, todo mundo estava com a pele quente do sol e levemente alegre (mas nada exagerado). Nos despedimos como velhos amigos — engraçado, já que a maioria tinha se conhecido só três horas antes. Ainda penso naquela vista do canal de Ossuccio quando o barulho em casa fica demais, sabe?
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