Deixe Florença para passar uma tarde entre os vinhedos do Chianti com uma guia local — degustando até oito vinhos em duas vinícolas familiares, provando azeite e queijos direto da Toscana. Explore adegas cheias de aroma de terra e carvalho, converse com os produtores enquanto compartilha petiscos, e veja as colinas onduladas passarem no caminho de volta. Essa experiência fica com você por muito tempo.
O passeio dura cerca de meio dia, incluindo o tempo de ida e volta de Florença ao Chianti.
Sim, você vai provar de 3 a 4 vinhos diferentes em cada uma das duas vinícolas visitadas.
Não há almoço completo, mas são servidos produtos locais como queijos, salame e azeite junto com as degustações.
O passeio sai do Terminal Rodoviário Piazzale Montelungo, perto da estação Santa Maria Novella; não inclui busca em hotéis.
Sim, é possível comprar vinhos, azeite, vinagre balsâmico e outros produtos regionais nas duas vinícolas.
O tour é acessível para todos os níveis de preparo físico; bebês podem ir no carrinho, mas a idade mínima para beber é 18 anos.
A guia fala inglês durante toda a experiência.
A viagem até o Chianti leva cerca de 40 minutos de ônibus a partir do centro de Florença.
Sua tarde inclui transporte confortável de ônibus saindo do centro de Florença (Piazzale Montelungo), visitas guiadas a duas vinícolas familiares do Chianti com passeios pelas adegas e vinhedos, degustação de até oito vinhos diferentes, além de azeite extra virgem e petiscos regionais como queijos e salame, retornando a Florença a tempo dos seus planos para a noite.
Antes mesmo de eu me sentar, alguém já está derramando azeite em um pratinho lascado — é o Paolo, dono da nossa primeira parada fora de Florença. Ele sorri e comenta algo sobre “o verdadeiro sabor do Chianti” enquanto tento lembrar como mergulhar o pão sem parecer turista de primeira viagem. O ar tem um leve cheiro de grama fresca, e um zumbido baixo de abelhas perto das videiras. Nossa guia, Lucia, vai apontando detalhes — como as fileiras de ciprestes alinhadas com o antigo muro de pedra. Nunca imaginei que me importaria com a posição das árvores, mas aqui estamos.
A viagem de Florença dura uns quarenta minutos, mas parece que chegamos a outro mundo — colinas suaves por todos os lados, aquela luz dourada estranha que só se vê em pinturas. Na primeira vinícola, Paolo nos guia pela adega (fresquinha e com cheiro de terra molhada), fala sobre as uvas Sangiovese e mostra barris que parecem mais velhos que o casamento dos meus pais. Provamos três vinhos — Chianti Classico, uma riserva, e outro que não consigo pronunciar — e petiscamos um queijo mais forte do que eu esperava. Lucia ri quando pergunto se as pessoas realmente bebem vinho no almoço todo dia; aparentemente sim, mas “só um pouquinho”.
A segunda parada é menor, talvez mais íntima? A filha do produtor traz salame e serve outra rodada — ela ensina a girar a taça do jeito certo (“não muito rápido!”). Por um momento, tudo fica em silêncio, só o som dos pássaros e alguém tossindo depois de provar o tinto mais forte. O clima é bem tranquilo. Dá para comprar garrafas se quiser (eu comprei), mas sem pressão. Na volta para Florença, todo mundo fica mais quieto — talvez sonolento ou só absorvendo tudo. A vista pela janela do ônibus fica na minha memória mais do que qualquer foto.
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