Você vai assumir o volante de um Fiat 500 vintage e seguir seu guia local de Florença pelas colinas da Toscana, parando para admirar a vista no Piazzale Michelangelo e ouvir histórias em San Miniato al Monte. O passeio termina com um almoço numa varanda exclusiva — espere risadas, massa fresquinha e aquelas paisagens de cartão-postal que você já sonhou.
Sim, é essencial ter experiência com câmbio manual para dirigir o Fiat 500 vintage.
Você vai visitar Piazzale Michelangelo, San Miniato al Monte, Pian dei Giullari, Villa del Poggio Imperiale e dirigir pelas paisagens do Chianti.
Sim, o almoço está incluso e é servido numa varanda privativa durante o tour.
O passeio dura cerca de quatro horas do começo ao fim.
Sim, há opções vegetarianas se solicitadas com antecedência; não é possível atender restrições sem glúten ou outras dietas especiais.
Não, não há transfer do hotel; os participantes se encontram em um ponto combinado em Florença.
Bebês podem ir no colo de um adulto ou no carrinho; todos os motoristas precisam ter pelo menos 18 anos e carteira válida.
O grupo é pequeno, limitado a cinco carros (até quinze pessoas no total).
Seu dia inclui dirigir um Fiat 500 vintage pela Toscana com combustível e seguro incluídos, orientação via rádio com seu guia local profissional, paradas em pontos panorâmicos como Piazzale Michelangelo e San Miniato al Monte, além de um almoço servido numa varanda privativa antes de voltar para Florença.
"Tem certeza que já dirigiu carro manual antes?" nosso guia sorriu, entregando as chaves desse pequenino Fiat 500 vermelho cereja. Ri — meio nervoso, pra ser sincero — porque esses carros são menores do que parecem, e a embreagem tinha vida própria. Saímos de Florença, passando por scooters e moradores que acenavam pra gente (será que era nostalgia? Ou só porque parecíamos meio engraçados naquele comboio). A cidade logo ficou para trás, dando lugar ao verde suave das oliveiras e às sombras dos ciprestes.
Piazzale Michelangelo foi nossa primeira parada de verdade — todo mundo fala da vista, mas ver Florença toda ali, com a névoa da manhã ainda sobre o Duomo... é outra sensação ao vivo. Nosso guia Marco apontou a basílica de San Miniato al Monte no morro vizinho e contou sobre seus mosaicos românicos. Tentei repetir "Pian dei Giullari" depois dele — e ele riu quando eu errei feio. O ar estava cheio daquele cheiro de pedra quente e alecrim, com um café espresso vindo de uma janela aberta perto dali.
A própria direção foi metade da diversão (ok, às vezes dava mais frio na barriga do que diversão), especialmente nas ruas estreitas perto da Villa del Poggio Imperiale. O rádio chiava de vez em quando com a voz do Marco perguntando: "Tutto bene?" Minhas mãos suavam, mas eu não queria soltar o volante. O almoço chegou na hora certa — uma varanda com vista para os vinhedos, pratos de massa que pareciam feitos pela nonna. Sol no rosto, braços cansados de trocar marcha... até hoje penso naquela vista.
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