Pedale pelas ruas históricas de Florença com um guia local, faça paradas para provar gelato perto da Piazza Santa Croce e atravesse pontes lendárias como o Ponte Vecchio. Ouça histórias sobre os segredos dos Medici, visite a casa de Dante de perto e sinta a energia da cidade direto do seu assento na bike. No fim, você vai se sentir mais conectado a Florença — e talvez com vontade de um affogato extra.
Sim, é pensado para todos os níveis, com rotas planas e ritmo tranquilo.
Sim, você vai conhecer lugares como Piazza del Duomo, Ponte Vecchio, Palácio Pitti e o Museu Casa de Dante.
Sim, ambos estão incluídos na sua reserva, junto com o sistema de áudio.
Não inclui comida, mas há paradas para comprar gelato ou affogato durante o passeio.
A duração exata não é especificada, mas cobre vários pontos principais num ritmo tranquilo.
Sim, crianças são bem-vindas acompanhadas por um adulto; assentos para bebês estão disponíveis.
Sim, o tour acontece faça chuva ou faça sol; leve roupas adequadas para seu conforto.
Sim, um guia profissional local conduz toda a experiência por Florença.
Seu dia inclui o uso da bicicleta e capacete, além de um sistema de áudio para ouvir o guia mesmo nas praças movimentadas. Um guia local profissional leva você pelos principais pontos de Florença — com seguro básico de viagem incluso para sua tranquilidade, retornando ao ponto inicial.
Eu ainda nem tinha subido na bike quando nosso guia, Luca, sorriu ao ver meu capacete meio torto e disse: “Relaxa, no fim você vai parecer um local.” Ele me entregou uma campainha antiga (que funcionava de verdade) e partimos pelo burburinho da manhã na Piazza del Duomo — os sinos da igreja tocando lá atrás. Tem algo especial em conhecer Florença de bike, parece que tudo faz mais sentido. O ar trazia um leve cheiro de café e pedra molhada da chuva da noite anterior. Zigzagueamos entre os primeiros despertos na Piazza della Repubblica; tentei acompanhar, mas me distraí com um músico de rua afinando seu violão — Luca só riu e me acenou para seguir.
Fizemos uma pausa no Ponte Santa Trinita para respirar. O Arno lá embaixo estava com um tom esverdeado meio fechado, meio melancólico sob as nuvens. Luca apontou a última casa dos Medici perto do Palácio Pitti — contou como eles escondiam vinho por pequenas janelinhas na parede (as buchette del vino), algo que eu jamais teria reparado. Alguém perguntou sobre a casa de Dante, então fizemos um desvio rápido; é pequena e fácil de passar batido se você não estiver procurando. Lá dentro, o cheiro era de papel antigo e poeira — como se a gente tivesse dado um pulo em outro século por um instante.
Não esperava ficar com fome no meio do caminho, mas parece que pedalar abre o apetite mesmo. Paramos perto da Piazza Santa Croce, onde Luca insistiu que experimentássemos um affogato — café espresso derramado sobre gelato — e até hoje fico pensando naquele sabor. Derreteu rápido demais, mas isso só deixou tudo mais gostoso. No Ponte Vecchio, as joalherias estavam abrindo; vi um velho ourives polindo um colar na vitrine e ele nos acenou como se já tivesse visto esse tour passar ali umas cem vezes.
O passeio terminou no ponto de partida, mas parecia diferente — como se Florença tivesse se revelado um pouco mais do que se eu tivesse só caminhado por conta própria. A cidade é agitada e linda, mas cheia daqueles cantinhos silenciosos que só aparecem quando você pedala devagar o suficiente para ouvir seus próprios pensamentos — ou as piadas do guia sobre o seu cabelo todo bagunçado pelo capacete.
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