Você vai percorrer a Costa Amalfitana com um motorista particular que conhece cada ponto com vista incrível, passear pelas ruas coloridas de Positano, provar granita fresca à beira-mar, subir as escadarias da catedral de Amalfi e encontrar paz nos jardins no alto de Ravello. Cada instante é único, como se você fizesse parte dessa história.
A duração varia conforme o trânsito e as paradas, mas geralmente é um passeio de dia inteiro, da manhã ao fim da tarde.
Sim, o transfer do seu hotel está incluso.
O passeio inclui paradas em Positano, Amalfi e Ravello.
Não, o almoço não está incluído, mas há muitas opções de cafés e restaurantes em cada cidade.
Sim, cadeirinhas para bebês e crianças são oferecidas gratuitamente mediante solicitação no momento da reserva.
O passeio envolve caminhar por superfícies irregulares e escadas; pode não ser adequado para quem tem mobilidade limitada ou problemas cardiovasculares.
Você pode escolher entre a Villa Rufolo ou a Villa Cimbrone durante a visita a Ravello.
O seu dia inclui transfer direto do hotel com motorista que fala inglês em veículo confortável e com ar-condicionado; todos os impostos, taxas de estacionamento e pedágios estão inclusos para você curtir cada parada na costa sem preocupações.
Já se perguntou se aquelas casas coloridas em tons pastel de Positano são mesmo como nas fotos? Eu também. E são — talvez até mais vibrantes quando você está lá, com o sol da manhã batendo no rosto. Nosso motorista, Antonio (que parecia conhecer cada atalho), nos buscou no hotel e em meia hora já estávamos percorrendo aquelas estradas nas falésias que todo mundo comenta. As janelas estavam abertas e senti aquela brisa salgada misturada com cheiro de limão — confesso que não esperava notar isso. Paramos rapidinho para uma foto num ponto onde o mar despenca lá embaixo. Até hoje essa vista me vem à cabeça.
Andar pelas ruas estreitas de Positano foi como estar nos bastidores de um filme — lojistas conversando em italiano, sandálias penduradas nas portas, um cachorrinho dormindo na escada. Antonio nos indicou uma granita num carrinho perto da Spiaggia Grande; era refrescante, doce na medida, e derretia rápido na minha mão. As pessoas sorriam para a gente — talvez porque parecíamos perdidos ou só porque era terça-feira, vai saber? Depois, Amalfi foi mais barulhenta, com uma energia diferente. As escadarias da catedral estavam cheias, mas ninguém parecia se importar. Tomamos um café num café onde o garçom me ensinou a pronunciar “sfogliatella” (e eu errei feio).
A subida para Ravello ficou mais tranquila — menos carros, mais colinas verdes passando pela janela. O ar parecia até mais fresco, como se mudasse conforme subíamos. Nos jardins de Ravello (escolhemos a Villa Rufolo), flores transbordavam das paredes antigas de pedra e só se ouvia o canto dos pássaros. Sentei num banco com vista para tudo — o mar lá embaixo, Minori encravada nas falésias — e tentei não pensar em ir embora ainda. Tem algo em conhecer tudo isso num só dia que deixa a cabeça meio tonta — mas de um jeito bom.
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