Você vai percorrer estradas à beira de penhascos saindo de Sorrento para explorar as vielas íngremes e lojas perfumadas de limão em Positano, curtir a praça vibrante de Amalfi com sua imponente catedral e encontrar paz nos jardins de Ravello no alto do mar. Um motorista ou guia local conta histórias durante o caminho—basta trazer sapatos confortáveis e mente aberta para um dia que fica na memória.
O passeio dura cerca de oito a nove horas no total.
Você vai conhecer Positano, Amalfi e Ravello durante o tour.
Guias acompanham grupos de 9 a 21 pessoas para contar histórias; grupos menores têm apenas o motorista.
Inclui busca, mas confira sua confirmação para saber o ponto exato de encontro.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são aceitos e assentos infantis estão disponíveis.
Você vai viajar em van ou micro-ônibus com ar-condicionado, dependendo do tamanho do grupo.
Geralmente, você tem de uma a duas horas em cada uma: Positano, Amalfi e Ravello.
Não, o almoço não está incluído; você terá tempo livre para comprar comida em cada cidade.
O dia inclui transporte compartilhado saindo de Sorrento em van ou micro-ônibus com ar-condicionado, dependendo do tamanho do grupo, além de um motorista ou guia que fala inglês e acompanha o grupo durante todo o passeio (guia para grupos maiores). Assentos infantis estão disponíveis se precisar; só não esqueça de usar sapatos confortáveis, pois você vai explorar cada cidade a pé antes de voltar à noite.
Lembro da mistura de ansiedade e empolgação enquanto entrávamos na van em Sorrento. Nosso motorista, Antonio, tinha um jeito descontraído de brincar sobre o trânsito (“Os italianos dirigem com o coração, não com os olhos”, disse ele, o que me fez segurar firme no banco). A estrada serpenteava por penhascos que despencavam direto para o mar azul — peguei meu fôlego várias vezes. Quando finalmente chegamos em Positano, as casas em tons pastel estavam tão próximas que parecia que, se você espirrasse forte, elas deslizariam para o mar. Andei por aquelas vielas estreitas com cheiro de limão e protetor solar, parando para olhar as lojinhas de cerâmica. Uma senhora tentou me ensinar a dizer “buongiorno” direito; acho que não consegui, mas ela sorriu do mesmo jeito.
Amalfi parecia mais animada — vozes ecoando nas paredes brancas e crianças correndo pela praça. Nossa guia Maria apontou a fachada listrada da catedral (“Estilo siciliano-árabe”, explicou, gesticulando), mas eu estava mais distraído com o brilho do sol refletindo em tudo. Teve um momento em que fiquei parado com um gelato (pistache, para quem quiser saber) olhando os barcos balançando no porto. É curioso como dá para se sentir anônimo e presente ao mesmo tempo em lugares assim.
A última parada foi Ravello. O ar mudou ali — mais fresco, silencioso, quase perfumado com flores que vinham dos jardins por trás dos muros de pedra. Passeamos por uma dessas vilas antigas e contemplamos a costa; parecia coisa de sonho. Todo mundo ficou meio quieto por um tempo — até o Antonio parou de falar. No caminho de volta para Sorrento, não conseguia parar de pensar naquela vista e em como cada cidade tinha uma vibe tão diferente, mesmo estando tão pertinho uma da outra. Isso ficou comigo mais do que qualquer cartão postal.

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