Você pilota seu próprio barco Cayman novinho (ou relaxa enquanto um skipper local cuida de tudo), parando onde a Costa Amalfitana te chamar — talvez Positano ou alguma enseada secreta perto de Praiano. Tem equipamento de snorkel e uma caixa térmica cheia de gelo para seus lanches e bebidas. É aquele dia raro em que você define o ritmo — e que vai ficar na memória por semanas.
Não, você pode alugar sem licença ou escolher a opção com skipper profissional por um custo extra.
O barco comporta até 8 pessoas — no máximo 6 adultos e 2 a 3 crianças.
Não, o combustível não está incluso; é calculado e pago no fim do passeio conforme o uso.
Você pode combinar retirada e devolução em várias cidades costeiras: Cetara, Maiori, Minori, Praiano, Amalfi ou Positano.
Tem equipamentos de segurança, caixa térmica com gelo, toldo para sombra, ducha, boias de macarrão, máscaras de snorkel e caixa de som bluetooth.
Sim — e também pode reservar lanches ou bebidas para já encontrar tudo pronto no barco quando chegar.
Sim — há opções de transporte público próximas aos pontos de embarque ao longo da costa.
Bebês são bem-vindos, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o passeio.
Seu dia inclui o uso de um barco aberto Cayman 585 novinho, equipado com itens de segurança, máscaras de snorkel e boias para pausas na água; caixa térmica com gelo para seus alimentos e bebidas; toldo para sombra; ducha; além de caixa de som bluetooth opcional para música — e se preferir não pilotar, pode reservar um skipper profissional antes de voltar ao porto ao pôr do sol.
“Tem certeza que quer pilotar?” meu amigo perguntou, sorrindo enquanto estávamos no pequeno porto de Maiori, olhando a fileira de barcos Cayman novinhos em folha. Eu nunca tinha pilotado nada maior que um pedalinho, mas tem algo no sol da Amalfi que deixa a gente mais corajoso — ou talvez só mais teimoso. O cara que nos entregou as chaves (Antonio? Tinha aquele sorriso fácil de quem é da região) fez uma rápida explicação em italiano e inglês, mostrando onde guardar os lanches na caixa térmica e como usar a caixa de som bluetooth. Ele ainda me jogou uma boia de macarrão — “pra nadar, não pra comer”, brincou. O motor ronronou quando liguei; confesso que estava nervoso, mas também animado.
A Costa Amalfitana vista do mar é outra história — mais vibrante, mais viva: o som das ondas batendo nas pedras, risadas de outros barcos que chegavam até nós. Passamos por Minori e logo as casas coloridas de Positano surgiram nas falésias. O ar tinha aquele cheiro salgado que grudava em tudo, até nos nossos sanduíches. Em um momento, ancoramos numa pequena enseada (acho que era a oeste de Amalfi?) e tentei fazer snorkel por uns cinco minutos antes de desistir — essas máscaras sempre embaçam comigo. Mesmo assim, flutuar ali com os pés pendurados na água, o sol no rosto... é difícil explicar o quanto aquilo foi bom. Talvez porque ninguém estava com pressa.
Se não quiser pilotar, pode contratar um skipper — vimos outro grupo rindo com o deles quando chegaram perto da gente em Praiano. Pareciam livres de qualquer preocupação; confesso que da próxima vez vou querer alguém pra cuidar do estacionamento. Quando finalmente voltamos para Cetara (o vento tinha aumentado), Antonio nos esperava no cais e fez as contas do combustível — justo, já que andamos pra lá e pra cá como crianças soltas depois da escola.
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